terça-feira, 13 de agosto de 2019

Color Out of Space

Color Out of Space, terror de sci-fi estrelado por Nicolas Cage e baseado na história de H.P. Lovecraft (*), teve sua primeira imagem revelada.

O longa contará a história da famíla Gardner, que se muda para a área rural da Nova Inglaterra buscando escapar da vida caótica do século 21. Quando um meteoro atinge o quintal da casa de sua casa, eles descobrem que uma força alienígena está afetando toda vida que toca, incluindo eles mesmos. 

(*)" The Color Out of Space " é um conto de ficção científica do escritor americano HP Lovecraft , escrito em março de 1927, aparecendo pela primeira vez na edição de setembro de 1927 da revista de ficção científica Amazing Stories. "A cor fora do espaço" tornou-se uma das obras mais populares de Lovecraft. Foi adaptado para filmes, anteriormente, em 1965, 1987 e  2010.

Fonte: Omelete

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

BURACO NEGRO SUPERMASSIVO DA NOSSA GALÁXIA PRODUZ MISTERIOSO CLARÃO BRILHANTE.

Localizado no coração da Via Láctea, o buraco negro supermassivo Sagitário A* é considerado bastante calmo. Os níveis de atividades registradas ao longo dos anos são considerados baixos, com flutuações mínimas em seu brilho. No entanto, um misterioso clarão brilhante chamou a atenção de cientistas dos Estados Unidos e da Europa.

O astrônomo Tuan Do e seus colegas, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), passaram quatro noites estudando o Sagitário A* e relataram uma fonte luminosa irradiando um brilho 75 vezes maior que o convencional. “Fiquei bastante surpreso no começo e depois muito animado” disse Tuan Do.

“O buraco negro era tão brilhante que inicialmente eu confundi com a estrela S0-2, porque eu nunca tinha visto Sagitário A* tão brilhante”, completou o astrônomo. Porém, ainda não se pode explicar totalmente o que causou o flash, que foi registrado por mais de duas horas.

É provável que a mudança seja causada por um aumento na quantidade de gás sendo sugado para o buraco negro. O ano passado foi o período que a estrela S0-2 passou mais perto de Sagitário A*, cerca de 17 horas-luz, o que pode ter afetado a forma como os gases fluem para dentro do buraco. Essa ação pode levar a uma variação maior de atividades e a uma menor previsibilidade deles.

A única maneira de entender — ou tentar entender — o que causou o show de luzes celestes, é coletando mais dados do ocorrido. A equipe aguarda por informações de outros telescópios, incluindo o Spitzer e o Chandra, para compreender o fenômeno ocorrido em Sagitário A*. “Talvez nossos modelos precisem ser atualizados. Ainda não temos dados suficientes para uma explicação física definitiva”, concluiu Tuan Do.

Fonte: AH/UOL

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Engenheiros romenos criaram um disco voador totalmente funcional.

O ADIFO (All-Directional Flying Object), projeto é de autoria de dois inventores romenos,  Razan Sabie e Iosif Taposu.




Operando como um quadcopter, ADIFO lida com "manobras de decolagem, pouso e baixa velocidade" através de quatro ventiladores de dutos. Um par de motores a jato localizados na parte traseira do disco voador fornece impulso horizontal.




Fonte: Vice.com (dica dos colegas da UFO)

Nave israelense espalha tardígrados pela Lua.

A espaçonave Beresheet, que se chocou na Lua em 11 de abril, levava um carregamento de arquivos sobre o planeta Terra, DNA humano e um lote de centenas destes animais microscópicos e extremamente resistentes.


Os tardígrados são animais microscópicos e um tanto quanto esquisitos. Mas também são bichos extremamente resistentes. Eles conseguem sobreviver a temperaturas gélidas ou escaldantes (até 150°C) e a níveis de radiação de 5 mil Gy, cerca de 1000 vezes mais que um ser humano pode suportar.

Agora, centenas destes microscópicos animais estão espalhados pela Lua. Em 11 de abril deste ano, a espaçonave israelense Beresheet estava prestes a se tornar a primeira nave privada a pousar no nosso satélite. Mas, pouco antes do pouso, o controle da missão perdeu controle com a nave e ela se chocou no solo lunar.

Uma das coisas que a nave levava era um carregamento da Fundação Missão Arca, uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é montar um “backup” da humanidade, ou seja, arquivar conhecimento e espécies do nosso planeta para as gerações futuras.

No carregamento da Arca havia arquivos digitais contendo o equivalente a 30 milhões de páginas de informações em livros, imagens, enciclopédias, etc, amostras de DNA humano e centenas de tardígrados.

Em entrevista à revista Wired, Nova Spivack, fundador da Fundação Missão Arca, disse que, com base em análises da trajetória e de imagens da queda da espaçonave, é possível que seu carregamento tenha sobrevivido sem grandes danos.

O segredo dos tardígrados é que eles conseguem se encolher como sementes e expulsar a água do corpo, “desligando” seu metabolismo. É nessa condição de hibernação que eles conseguem sobreviver a condições extremas, e é nesse estado desidratado que os animais foram enviados à Lua.

Em pesquisas anteriores, cientistas conseguiram reviver tardígrados desidratados durante anos ao colocá-los na água. Uma vez reavivados, eles voltam a comer e se reproduzir normalmente.

Em entrevista ao jornal “The Guardian“, Lukasz Kaczmarek, especialista em tardígrados e astrobiólogo na Universidade Adam Mickiewicz, em Poznan, na Polônia, disse que a chance de que os animais na Lua revivam sozinho é mínima. O cientista afirmou que os bichinhos não poderiam colonizar o satélite, já que não há atmosfera ou água líquida lá. Mas seria possível trazê-los de volta à Terra e tentar revivê-los.

Quem sabe um dia alguma equipe de astronautas consiga reaver a carga da Arca e fazer essa experiência com esses animais fascinantes.

Fonte: Revista Planeta

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Novo estudo mostra que nem a Via Láctea é plana.

Nossa galáxia, a Via Láctea, é "torta" e "retorcida", e não plana como se pensava anteriormente. A conclusão é de um estudo publicado na prestigiada revista Science.

A análise das estrelas mais brilhantes da galáxia mostra que elas não estão em uma reta plana, como se costuma mostrar em textos acadêmicos e livros de ciências para o público leigo.

Astrônomos da Universidade de Varsóvia especulam que ela pode ter sido distorcida por interações passadas com galáxias próximas.

As representações criadas por artistas são, portanto, aproximações da forma mais verdadeira de nossa galáxia, de acordo com a pesquisadora Dorota Skowron, da Universidade de Varsóvia, na Polônia.

"A estrutura interna e a história da Via Láctea ainda estão longe de serem compreendidas, em parte porque é extremamente difícil medir as distâncias das estrelas nas regiões mais externas de nossa galáxia", disse ela.


Novo mapa tridimensional

Para obter uma imagem mais precisa, Skowron e seus colegas mediram as distâncias de algumas das estrelas mais brilhantes da Via Láctea, chamadas estrelas Cefeidas.

Estas são jovens estrelas massivas que brilham centenas ou milhares de vezes mais que o nosso próprio sol. Elas podem ser tão brilhantes que chegam a ser observadas mesmo na borda da galáxia.

Não só isso: elas também pulsam em intervalos regulares a uma taxa que está diretamente relacionada ao seu brilho.

Isto permite aos astrônomos calcular as distâncias das Cefeidas com grande precisão.

A maioria das estrelas foi identificada usando o telescópio OGLE (Optical Gravitational Lensing Experiment), que fica no observaório de Las Campanas, no deserto do Atacama (Chile).

Przemek Mroz, membro da equipe do OGLE, disse que os resultados foram surpreendentes.

"Nossos resultados mostram que a galáxia da Via Láctea não é plana. É 'torta' e retorcida nas bordas mais distantes do centro galáctico. A deformação pode ter acontecido através de interações passadas com galáxias satélites, gás intergaláctico ou matéria escura (material invisível presente nas galáxias, e sobre a qual pouco se sabe)."

Os resultados da pesquisa polonesa corroboram uma análise das estrelas Cefeidas publicadas em fevereiro na revista Nature Astronomy, por astrônomos da Universidade Macquarie na Austrália e da Academia Chinesa de Ciências.

Fonte: Globo.com


CONTATISMO!



quarta-feira, 24 de julho de 2019

Vela solar “Lightsail 2” é aberta com sucesso no espaço.

A vela solar “Lightsail 2” foi aberta com sucesso no espaço nesta terça-feira (23). A missão Lightsail 2 tem como objetivo ser a primeira espaçonave na órbita terrestre movida unicamente por energia solar. A ideia por trás do experimento é, futuramente, baixar o custo da exploração espacial.

A Lightsail 2 é um projeto da Planetary Society, uma organização não-governamental fundada em 1980 por Carl Sagan, Louis Friedman e Bruce Murray, com o objetivo de difundir informações para os cidadãos sobre avanço e exploração espacial.

Em 2005 a Planetary Society lançou a primeira espaçonave movida a energia solar, a Cosmos 1, mas ela foi perdida por conta de uma falha no foguete de lançamento.

Dez anos mais tarde, em 2015, a sociedade lançou a LightSail 1 para um voo teste. Agora, em 25 de junho, o foguete Falcon Heavy, da empresa Space X, lançou a LightSail 2 com sucesso, como parte de uma missão das Forças Armadas americanas. Durante o lançamento a LightSail 2 foi acoplada com o Prox-1, um satélite construído por estudantes da universidade Georgia Tech.

O Prox-1 lançou a LightSail 2 ao espaço no dia 2 de julho, e nesta terça-feira, 23, a espaçonave abriu com sucesso sua vela solar. Agora, o veículo passará 30 dias circundando a órbita terrestre.

Fonte: Portal Terra/ Revista Planeta