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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Entrevista feita para o Jornal Gazeta do Sul.



 

quinta-feira, 24 de junho de 2010

DE OLHO NO CÉU..(reportagem jornal ZH Porto Alegre)


Ufólogos debatem existência de ETs

Com palestras e depoimentos, 2ª Semana Ufológica será realizada até domingo na Capital

Dúvidas instigantes sobre a existência ou não de extraterrestres são debatidas desde segunda-feira na 2ª Semana Ufológica. O encontro é promovido pelo Movimento Gaúcho de Ufologia no Colégio Militar da Capital.

Até domingo, ufólogos (estudiosos de UFOs, sigla em inglês para Objetos Voadores Não Identificados, os Ovnis) e aqueles que não creem no fenômeno vão discutir o tema, alusivo ao Dia Mundial da Ufologia, que é hoje. A data lembra a primeira vez que a imprensa publicou, em 1947, o avistamento de Ovnis.

Um dos painéis, realizado ontem, foi Astronomia, Astrofísica e Ufologia Aliadas na Investigação do Fenômeno UFO, que tentou demonstrar as diversas explicações científicas possíveis para o fenômeno dos discos voadores. Um dos debatedores foi o astrofísico Basílio Santiago, que concedeu entrevista a Zero Hora antes do debate.

“Nada de outras civilizações”

Basílio Santiago, astrofísico

Diretor do Observatório Astronômico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o professor de Astrofísica Basílio Santiago, 46 anos, é um cético. Não acredita em ETs, nem em discos voadores, muito menos em humanos abduzidos. Até por isso, aceitou participar de um debate na 2ª Semana Ufológica.

Zero Hora – Por que o senhor participa de um encontro de ufologia?

Basílio Santiago –
 Vou tentar demonstrar duas coisas. A primeira é que a vida fora do planeta é bastante provável, em razão das dimensões do universo. Mas vida simples, nada de outras civilizações. Tenho convicção de que a humanidade nunca fez contato com extraterrestres, muito menos do tipo que nos espia, tão alardeado por aí.

ZH – Muitas pessoas relatam ter avistado vários objetos não identificados. É tudo mentira?

Basílio –
 São avistamentos que a astronomia chama de fenômenos celestes normais. Eu mesmo vi um objeto estranho no céu, no Rio, quando tinha uns 20 anos de idade. Era um ponto prateado, brilhante, visível à luz do sol. As pessoas paravam na rua e na praia para olhar. Peguei uma luneta e constatei: era um balão atmosférico.

Fonte: ZH e Clicrbs

sexta-feira, 31 de julho de 2009

REPORTAGEM SOBRE ENEUS 2 - JORNAL ZERO HORA - 31/07/2009.


PARA QUEM ACREDITA EM ET

Evento reúne ufólogos no Estado

Aficionados de todo o Brasil estarão em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, durante o final de semana para discutir a observação de Óvnis


O voo até Manaus transcorria tranquilo naquela noite, até a tripulação sobressaltar-se: em meio à escuridão do céu, próximo ao avião, dezenas de objetos luminosos seguiam em alta velocidade. As fortes luzes prateadas em nada se pareciam com outra aeronave. E o brilho logo descartou a possibilidade de serem estrelas cadentes.

Era o ano de 1983, e o engenheiro em aeronáutica italiano Alessandro Racca nem sequer imaginava que aquele fenômeno se tornaria frequente na sua rotina profissional. Hoje, passados mais de 25 anos, ele garante não ter mais dúvida de aquilo que viu naquela noite, e em tantas depois, era um objeto voador não identificado (Óvni).

Histórias como as de Racca farão parte da programação do 2º Encontro Nacional de Estudos Ufológicos (Eneus), que começa hoje à noite em Santa Cruz do Sul. Até domingo, o evento deve reunir os mais importantes personagens da ufologia gaúcha e brasileira. Além de palestras, eles apresentarão relatos sobre supostas aparições de Óvnis, contatos com seres extraterrestres, abduções e outros fenômenos do gênero.

– Lembro como se fosse hoje. Imaginei vida alienígena lá dentro, brincando com a nossa cara: “Lá vão eles de novo, voando tão devagar como sempre” – conta Racca, 60 anos.

Hoje aposentado e morando em Santa Cruz há seis anos, o engenheiro falará sobre os objetos que teria avistado no céu durante os 16 anos em que atuou em três companhias aéreas: a Varig, Alitalia e a Air France. Ele garante ter deparado, em pelo menos 20 ocasiões, com objetos luminosos acompanhando a trajetória dos aviões. Assim como ele, pilotos e tripulantes do mundo inteiro relatam situações parecidas no céu.

– Não estamos sozinhos no universo. O que eu vi não tem nada de fantasmagórico. São apenas formas, cores, luzes e velocidades desconhecidas – diz ele.

Ufólogos farão vigília durante a madrugada

Os encontros costumavam ser tão comuns que, segundo Racca, antes de decolar, a tripulação até brincava, perguntando delas uns aos outros: “será que vamos ter visita hoje?”. Em uma dessas visitas, a mais impressionante, ocorreu em uma viagem à França, quando, por 18 minutos, um objeto gigantesco, equivalente a 200 ônibus enfileirados, acompanhou o avião a apenas 150 metros de distância.

– A velocidade e a maleabilidade desses objetos sempre me atraíram. Eles sempre foram muito mais rápidos do que nós e, quando seguiam sua rota, é como se passassem por um portal, desaparecendo tão de repente quanto haviam aparecido – diz.

Além dos relatos, um dos momentos mais esperados do evento é a Vigília Astronômica e Ufológica, que terá início no fim da noite de hoje e se estenderá até a madrugada. Outro destaque será a abertura de documentos oficiais sobre a investigação e pesquisa da Força Aérea Brasileira (FAB), que estavam em segredo até hoje.

– Graças à campanha “UFOs, Liberdade de Informação Já”, feita pela Comissão Brasileira de Ufólogos, essas informações estão agora sendo disponibilizadas aos poucos ao público – comenta o coordenador do evento, Rafael Amorim.

samia.frantz@zerohora.com.br
FONTE: SÂMIA FRANTZ | SANTA CRUZ DO SUL/CASA ZERO HORA

sábado, 25 de abril de 2009

Existem Sim - Crônica Jornal O Pioneiro de Caxias do Sul