quarta-feira, 25 de março de 2026

Muito antes de Haroldo Westendorff.


O caso de Haroldo Westendorff ocorreu em 05 de outubro de 1996  em cima da Ilha de Sarangonha, na lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. Resumidamente o caso trata do avistamento de um gigantesco objeto piramidal enquanto, Haroldo, que é piloto, retornava em seu avião particular de um breve passeio a capital gaúcha. Vale destacar que o testemunho de Westendorff não foi isolado pois contou com a observação de três funcionários da Infraero que estavam de serviço no aeroporto de Pelotas no momento do evento. O caso se tornou um clássico ufológico gaúcho e brasileiro, e arriscaria dizer quase único na casuística mundial. 

Desenho do objeto feito pelo Prof. Sérgio Porres (PUC-Pelotas/RS) a partir do relato de Westendorff.

Quando escrevo as palavras "quase único" me refiro ao objeto voador avistado pelo gaúcho, que não é relatado em nenhum outro caso na casuística mundial, ou talvez não era até algum tempo atras. Em algumas pesquisas rotineiras, feitas em boletins ufológicos de outros países, no site da sueca AFU (Archives for the Unexplained), me deparei com um relato onde uma testemunha faz a descrição de um objeto muito similar ao observado no sul gaúcho em 1996. No boletim nº 02 do Grupo frances "VERONICA" (Vérification et Etude des Rapports sur les OVNIs pour Nimes et la Contrée Avoisinante) encontrei em suas duas ultimas paginas o interessante e curioso relato do jovem, 18 anos na época, Didier Guiraud. O caso também acabou sendo divulgado por outro boletim ufológico frances, o Lumières dans la nuit (LDLN), nº 145, de maio de 1975. 
Boletim nº 02 do Grupo Veronica e o Boletim nº 145 da LDLN.

 Ele relata que em 21 de fevereiro de 1974, as 19h30min. seu pai chamou sua atenção juntamente de sua esposa, mãe de Guiraud, de um objeto luminoso no céu. Curioso, Didier, munido de um binoculo fez a observação e descreveu o objeto como um cone preto com o topo ligeiramente arredondado. Sua superfície era coberta por círculos amarelos brilhantes, semelhantes a vigias, mas sem raios. Parecia que esse cone girava em torno de seu eixo vertical enquanto se movia. Passado algum tempo o objeto deixou sua posição vertical assumindo uma posição horizontal e partiu saindo do campo de visão das testemunhas. Didier no mesmo dia comunicou seu avistamento ao jornal local "Midi-Libre". A observação ocorreu em Saint-Césaire, subúrbio da cidade de Nimes, no departamento de Gard.
Desenho feito pela testemunha Didier Guiraud e publicado no Boletim Veronica nº 02.

Fonte: AFU, Fenomenum, Revista Isto É.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Drops Ufológico Nº 5 – Os curiosos movimentos dos Discos Voadores.



É notório que os objetos voadores presentes nos relatos ufológicos apresentam comportamentos e movimentos impossíveis e curiosos. Dezenas de casos expõem artefatos realizando manobras inacreditáveis de serem realizadas comparadas com o que dispomos de nossa tecnologia conhecida. Podemos apontar como exemplo 5 (cinco) movimentos que chamam a atenção em muitos relatos: 1) Movimento Pendular (ou folha seca), 2) Movimento de voo lateral (ou de lado), 3) Movimento de curva em ângulo reto de 90º, 4) Movimento em zig-zag e por último o 5) Movimento em espiral).


1) Movimento Pendular (ou folha seca/morta).

Como o próprio nome informa o objeto quando executa este movimento descreve seu deslocamento como sendo um pendulo, com oscilações laterais em torno de um eixo ou deslocamento alternado para direita e esquerda. Muitas pessoas em seus relatos comparam o movimento ao de uma folha de uma arvore quando cai e inicia seu movimento de queda, sendo denominado como um movimento de folha seca ou morta. Em alguns casos ele pode ser confundido com o movimento em zig-zag porem ambos tem suas características distintas. Geralmente no movimento pendular o objeto fica parado no mesmo local apenas fazendo os movimentos laterais. No zig-zag o objeto não está parado, está se deslocando. Podem ocorrer grande variedade de movimentos ao mesmo tempo.  O movimento de pendulo pode ser observado em alguns casos como, por exemplo, o caso ocorrido em 22 de novembro de 1954, sobre o aeroporto de Santa Maria, onde o radiotelegrafista da Varig, Arquimedes Fernandes, observou, as 21h45m, sobre um bosque de eucaliptos próximo, um disco escuro que ficou sobre a copa das árvores executando movimentos de um lado para outro. O objeto também foi observado por outras testemunhas em outros pontos da cidade.  A noticia foi publicada no jornal local "A Razão", na revista "O Cruzeiro" e mais alguns boletins ufológicos.

Menção do caso no livro do pesquisador gaúcho Felipe Machado Carrion.


Um outro caso ocorrido na noite de 19 de março de 1998, as 20:30, sobre o aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre. Dois homens, pai e filho, moradores próximos do aeroporto, estavam observando a movimentação dos pousos e decolagens pela janela de seu apartamento. Repentinamente avistaram uma esfera luminosa branco leitosa que vinha em alta velocidade escondida nas nuvens. O pai, com mais de 32 anos de experiência na aviação comercial, estimou o tamanho do objeto em aproximadamente 7 metros e voando em altitude não superior a mil metros. Em determinado momento o objeto executou um movimento de descida na vertical e quando parou começou a realizar o clássico movimento pendular. Posteriormente começou a subir acelerando em altíssima velocidade fazendo as testemunhas o perderem de vista. O caso foi publicado na edição nº 58 da Revista UFO, no mês de maio de 1998.
Revista UFO nº 58 onde o caso foi publicado.



2) Movimento de voo lateral (ou de lado).

Este comportamento de voo foge do que é tradicionalmente conhecido no imaginário popular sobre discos voadores. Ao invés do objeto executar seu deslocamento no sentido eixo horizontal, ele se posiciona na vertical ou quase na vertical oscilando sua posição entre 30 e 90 graus. A obra em quadrinhos "Le dossier des soucoupes volantes" de Jacques Lob e Robert Gigi, publicada pela editora Gargaud em 1972,  traz uma ilustração mostrando o movimento dos discos voadores voando na vertical.
Imagem retirada de "Le dossier des soucoupes volantes" de J. Lob e R. Gigi.


Durante a grande onda de 1954, em 26 de outubro, na Base Aérea de Gravataí (atual Canoas), no Rio Grande do Sul, o Capitão Antônio Pyrrho de Andrade observou um objeto em forma circular voando na posição vertical a grande velocidade e altitude. O registro foi feito em relatório junto com outros oficiais da base. Naquela semana de outubro mais precisamente no dia 24 vários oficiais testemunharam dois objetos pairando sobre o local. A noticia repercutiu e foi aberta uma investigação com depoimentos das testemunhas.
Imagem ilustrativa gerada por IA.


Em 02 de março de 1978 uma pequena "onda" ocorreu na região sul e central do Rio Grande do Sul. Avistamentos e abduções foram relatadas. Um avistamento feitos por dois policiais de Pelotas relata a observação de um objeto na posição vertical. O relato está publicado no boletim da SBEDV nº 132/135 de jan/ago 1980.
Fragmento do boletim da SBEDV mencionando o caso de 1978.


Outro caso bem famoso serve de exemplo para ilustrar esse tipo de movimento. Em 05 de outubro de 1996 o empresário e piloto de acrobacias Haroldo Westendorff retornava a Pelotas, em seu avião particular, de uma rápida viagem a Porto Alegre. Quando estava sobrevoando a Ilha da Sarangonha, ao sul da Lagoa dos Patos, quase chegando ao seu destino,  se deparou com um colossal objeto, que nas palavras de Westendorff era do tamanho de um campo de futebol. O caso do pelotense é um clássico brasileiro e conhecido mundialmente. No final da observação de Haroldo ele presenciou 3 discos voadores saírem na posição vertical de uma abertura do topo do objeto. Uma ilustração famosa feita com base no relato do piloto mostra esse momento. A imagem foi publicada na edição nº 48 da Revista UFO, de dezembro de 1996.
Desenho baseado no relato de Haroldo Westendorff.



3) Movimento em curva em ângulo reto de 90º.

Quando mencionamos movimentos impossíveis na casuística a execução de curvas em ângulos de 90º pode ser considerado um dos movimentos mais radicais baseado no que conhecemos na nossa física clássica. Um caso ocorrido em 01 de março de 1970, também investigado pelo grupo de Carrion, um astrônomo amador, Jair Nunes Vieira, observou, um objeto, junto com sua esposa, realizando os mais diversos movimentos, inclusive pendulares. Nos movimentos pendulares Vieira mencionou um fato curioso. No momento de cada evolução pareciam ocorrer pequenos "relâmpagos" em volta do objeto. O caso foi publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre, no livro de Carrion e em diversos boletins ufológicos do exterior. 
Desenho publicado no Correio do Povo de Porto Alegre, em 18/04/1970, sobre observação do astrônomo amador e esposa.


Em janeiro de 1974, em Aiguafreda, município da província de Barcelona, na Espanha, a família Ferrer testemunhou a presença de "uma luz branca", muito intensa, que se movia sobre as montanhas. Em determinado momento a luz mudou de cor para uma cor de chama azulada e diminui de tamanho, passando a executar movimentos de curvas em ângulos retos. Durante a movimentação o objeto parecia emitir pequenos "fogos de artificio" segundo as testemunhas que se assemelhavam a uma "aranha" com pernas longas. Um desenho apresentado no boletim francês "Phénomènes spatiaux", nº 39, de março de 1974, publicado pelo antigo grupo GEPA, atual GEIPAN, ilustrava o movimento oscilatório do objeto conforme imagem abaixo:
Desenho publicado no boletim ilustrando a observação ocorrida na Espanha.



4) Movimento em zig-zag.

Este é um dos movimentos mais conhecidos e  reportados nos relatos de avistamentos por testemunhas. Casos clássicos como a Operação Prato, documentado pela Força Aérea Brasileira, detalham objetos executando essas manobras. Entre os registros disponíveis no Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN), destacam-se o incidente na Rodovia PA-17 (Santo Antônio do Tauá) em 02 de setembro de 1977, e o avistamento na Baía do Sol (Mosqueiro) em 26 de outubro de 1977, ambos os casos descrevendo objetos realizando trajetórias em zig-zag.
Trecho do documento referente ao caso de 02 de setembro de 1977.

Trecho do documento referente ao caso de 26 de outubro de 1977.



5) Movimento em espiral.

O "movimento espiral" é uma característica relatada com frequência na casuística ufológica mundial e brasileira, descrevendo OVNIs que se deslocam em espirais ascendentes, descendentes ou circulares, muitas vezes mudando drasticamente de direção, o que desafia as leis da física conhecidas. O Caso Cussac, ocorrido em 29 de agosto de 1967 é um dos episódios mais intrigantes da ufologia francesa, envolvendo dois irmãos que avistaram quatro pequenas figuras humanoides pretas e uma esfera metálica em um pasto em Cussac. Ao notarem as crianças, os seres flutuaram para dentro do objeto, que decolou em espiral deixando um forte odor de enxofre e marcas na vegetação confirmadas pela polícia. Investigado oficialmente pelo GEIPAN (órgão da agência espacial francesa), o evento permanece sem explicação convencional e é classificado como um fenômeno aeroespacial não identificado de alta credibilidade. No boletim da A.P.R.O. de agosto/setembro de 1968 uma desenho demonstra o fato.
Desenho publicado no boletim da A.P.R.O.


Em 21 de maio de 1968, no quilômetro 189 da estrada que vai de Pelotas a Camaquã, na região de São Lourenço do Sul, Rio Grande do Sul, dois cidadãos, residentes em Tapes, voltavam à noite de Pelotas quando um deles chamou a atenção do outro para uma estranha estrela descendo do céu em um movimento espiral. Esta “estrela” continua descendo até se transformar em um objeto intensamente luminoso, parecendo estar indo em direção ao carro. Tomado de pânico, o motorista para o carro que permanece do outro lado da estrada. Foi então que ambos viram um Volkswagen fusca a uns 15 metros de distância, que disparou em alta velocidade. Um carro parecia fugir quando objeto apagou suas luzes, aparentemente pousando no lado da estrada. Os dois viajantes decidiram perseguir o Volkswagen para ter mais uma testemunha do objeto. Eles forçaram a velocidade de seu carro ao máximo, mais até sua chegada em Camaquã nada encontraram. O fato teria sido publicado no periódico "Jornal da Semana" de Porto Alegre, em 11.10.1970. Foi registrado nos boletins franceses  "Phénomènes spatiaux", nº 26 de dezembro de 1970 e no "Lumières Dans La Nuit", nº 116 de fevereiro de 1972.
Boletim da "Lumières Dans La Nuit" com a menção do caso. 




  

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

UFOPHILIA (2026)


UFOPHILIA é um jogo de terror psicológico em primeira pessoa onde você explora áreas marcadas por fenômenos alienígenas. Use equipamentos especializados para detectar, identificar e fotografar alienígenas, mas faça isso por sua conta e risco... Eles também estão observando você.

Equipado com ferramentas avançadas, sua missão é detectar, identificar e fotografar extraterrestres. Cada encontro envolve comportamentos únicos e perigos imprevisíveis. Cada missão é diferente: áreas de surgimento, tipos de alienígenas e fenômenos estão em constante mudança. Alguns alienígenas são hostis, outros curiosos ou até mesmo brincalhões, mas todos estão observando você. Provável  data de lançamento: 29/01/2026.

Fonte: Jandusoft

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Abduções em território gaúcho!!!!


Geralmente quando se fala em abdução na casuística ufológica as pessoas costumam buscar nas suas lembranças os casos mais notórios e famosos como por exemplo, do mineiro Antônio Villas-Boas em 1957, do casal Betty e Barney Hill em 1961, ou do badalado caso do americano Travis Walton em 1975. Entretanto o que muitos não sabem é que o Rio Grande do Sul conta com sua parcela de caso de raptos e nem sempre são de humanos.

Numa linha de tempo cobrindo aproximadamente 20 anos temos alguns casos curiosos, bizarros e até sinistros. Baseado num levantamento de mais de 1200 registros podemos apontar pelo menos sete casos onde pessoas e animais sofreram sequestros. 


CASO ARTUR BERLET 

Foto cedida por Alison, neto de Artur Berlet.

O caso do ex-tratorista e fotógrafo Artur Berlet (1931–1994), que em 14 de maio de 1958, supostamente teve uma experiência extraordinária nos arredores de Sarandi, no Rio Grande do Sul, quando ele retornava a pé para casa, após alguns dias fora exercendo a atividade de fotógrafo. Por volta das 19h, notou um objeto luminoso em um campo de fazenda. A curiosidade o levou a se aproximar, e pôde perceber a forma de duas bandejas sobrepostas. Constatou se tratar de uma estrutura física, circular, com cerca de 30 metros de diâmetro e a tonalidade de uma brasa opaca. Quando notou a presença de dois vultos próximos ao objeto, foi subitamente atingido por um jato de luz e perdeu a consciência. Em seu livro Os Discos Voadores — Da Utopia à Realidade (1967), afirma haver sido levado a bordo de uma nave para um planeta chamado Acart e interagido com os habitantes locais. 


CASO DIRCEU GÓES

Dirceu Góes (Foto Boletim Especial - SBEDV - 1975)

Em junho de 1967, Dirceu Góes, um biscateiro de Sarandi (RS), foi abduzido após encontrar uma bola luminosa perto de sua casa. O objeto desceu e dele emergiram dois seres pequenos, com cerca de 85 centímetros, que usaram uma fita para içá-lo para dentro da nave através de um buraco na parte inferior. Dentro do pequeno ambiente, ele encontrou três tripulantes de aparência humanóide, com rostos arredondados, olhos azuis, cabelos ruivos e lisos, vestidos em roupas cinzas. Eles se comunicavam em uma língua desconhecida enquanto Dirceu sentia-se fraco e incomodado pela luz oscilante. Durante a viagem, que durou cerca de três horas, ele observou pela janelinha paisagens desconhecidas, incluindo cidades com edifícios altos. Os tripulantes também lhe mostraram um painel com imagens coloridas de pessoas e veículos. No retorno, a nave o devolveu no mesmo local e partiu rapidamente. A experiência resultou em consequências físicas: ao urinar, Dirceu notou a expulsão de um gás sibilante antes da urina por vários dias. Ele chegou em casa de madrugada e ficou acamado por cinco dias com forte disenteria e febre, sentindo dores de cabeça e fraqueza por cerca de um mês após o evento.

CASO DO TELETRANSPORTE

Edição do Jornal do Comercio de Porto Alegre de 05/03/1969.

São notórios dentro da casuística nacional relatos onde supostos casos de abdução não "saem exatamente como planejado". Em alguns casos as vitimas podem ser abduzidas em um local e quando devolvidas serem transportadas para outros locais equivocadamente. Segundo o veterano ufólogo português, radicado no RS e já falecido, José Victor Soares, ocorreu um caso deste tipo em terras gaúchas, onde um casal foi abduzido próximo a fronteira do Uruguai e foi devolvido erroneamente no MÉXICO!! Soares apurou que um casal se dirigia para o Uruguai para comemorar sua lua de mel e acabou sendo abduzido com carro e tudo na região de Santa Vitoria do Palmar, distante aproximadamente 500 quilômetros de distancia de Porto Alegre. Acabaram acordando no México, sem passaportes e tiveram problemas com as autoridades locais. Inclusive o veiculo do casal acabou interessando a NASA e acabou sendo comprado por 10 mil dólares. O caso teria ocorrido em dezembro de 1968. Existem outras versões para mesma historia dentro da própria ufologia.  

CASO JOSÉ INÁCIO ALVARO

José Inácio indicando local do contato (Foto Fenomenum.com.br)

Esse é um dos casos mais famosos de abdução no estado junto com o caso Berlet. O caso de José Inácio Álvaro, estudante em Pelotas (RS), refere-se a uma alegada abdução ocorrida em 03 de março de 1978. Na noite anterior, José e outros avistaram um UFO que desapareceu. Em seguida, ele sentiu uma sonolência misteriosa e foi inexplicavelmente conduzido de volta à casa de seu pai, chegando após as 02:00 da madrugada sem notar a passagem do tempo. Pouco depois, às 03:00 h, ao abrir a porta da residência, ele avistou a nave novamente; desta vez, ela emitiu um "fino raio de luz azulada" em sua direção. Hipnotizado pela luz, o jovem experimentou uma projeção mental rápida de imagens de guerra e conflitos familiares, desmaiando em seguida. José acordou no meio de um campo, a um quilômetro de casa, e só conseguiu retornar após as 04:00 h, encontrando a porta e as luzes como havia deixado. Posteriormente, em sessões de hipnose conduzidas por ufólogos, ele detalhou a experiência: relatou ter sido levado para o interior da nave e mantido relações sexuais com um ser feminino alto, de cabelos longos e claros, e de pelos e cabelos prateados, que o fazia sentir-se fraco e sonolento ao tocar sua cabeça.


CASO ASSIS

Assis (d) com o ufólogo Luis do Rosário (Foto Boletim 132/135 - SBEDV) 

Semelhante ao caso de José Inácio, e também ocorrido em Pelotas no dia dez de maio de 1978, o operário Assis Antônio Caetano de Ávila, voltando para casa, observou no céu um objeto muito brilhante que desceu rapidamente sobre um campo, revelando-se uma nave metálica circular brilhante envolta em uma bola de fogo. A nave pousou estendendo quatro pernas e projetando feixes de luz, enquanto a área ao redor escurecia e a testemunha se sentia irresistivelmente atraída para o objeto. Ele foi então agarrado por dois humanoides baixos, vestidos com macacões brancos justos e capacetes com antenas, que o levaram para dentro da aeronave. No interior, o ar estava perceptivelmente mais quente e denso, causando dificuldade respiratória. Dentro de uma sala iluminada, ele viu outros dois seres sentados em um console, que se revelaram ser mulheres, um pouco mais altas que os primeiros, também vestidas com trajes brancos brilhantes, capas e capacetes com antenas, uma morena e uma loira. A mulher de cabelos pretos informou à testemunha que ele seria levado ao planeta deles. No entanto, a testemunha recusou veementemente a proposta, implorando por sua liberdade. Neste ponto, a mulher loira interveio e ordenou aos demais que o libertassem imediatamente. A testemunha foi autorizada a sair, desceu por uma escada até o chão e permaneceu observando a nave subir em alta velocidade até desaparecer completamente no céu.


CASO IRINEU

Capa do Livro Sequestros Alienígenas II - 2010 - Editora Clube de Autores

Este caso foi publicado originalmente no livro "Sequestros Alienígenas II" do pesquisador, falecido este ano, Mario Nogueira Rangel. O relato descreve uma experiência complexa e multifacetada de Irineu. Inicialmente, ele e seus acompanhantes testemunham a aterrissagem de um OVNI com luzes laranja, vermelho e azul sobre um campo. Sob hipnose, Irineu revela ter sentido medo e a crença de que "esses caras estão atrás de mim". Após adormecer e despertar no quarto do hotel em Sarandi, ele viu um ser de mais de dois metros de altura que o abordou, resultando em um choque elétrico na cabeça. Irineu então se encontra em uma sala grande, redonda, de metal preto, não sendo o quarto, onde seres menores o examinam usando uma luz azul (como um "escaneamento" com uma "régua"), causando-lhe exaustão e frio. Durante a experiência, ele teve visões de catástrofes futuras e sentiu que estavam confirmando sua identidade. A hipnose também revelou eventos de contato prévio: um pedido mentalizado aos 11 anos para ser encontrado, um "cara" de branco que o salvou de asfixia aos 6 anos, e uma força que o puxou no assento para salvá-lo de um acidente de carro aos 23 anos. Irineu retornou ao quarto do hotel e, quase um ano depois, em uma nova sessão, recordou o nome do hotel e desenhou o ET que o examinou.


CASO DO BEZERRO
Trajano e Eurípides (Stendek Vol03 nº09 - 08/1972) e vaca Jersey mãe do bezerro(SBEDV 81-84)

Como mencionado no inicio deste artigo nem todo sequestro ocorre com humanos. Um caso que acabou tendo sua notoriedade em décadas passadas, porem esquecido atualmente, no final do mês de outubro de 1970, numa localidade conhecida como "Palma Velha", na área rural do Alegrete, dois homens foram surpreendidos por um acontecimento bizarro. Pedro Trajano e seu filho Eurípides trabalhavam com a lida de gado, aplicando vacinas e medicamentos nos animais em um curral, quando um evento surreal chamou sua atenção. Após separarem um bezerro da raça Jersey, para poderem aplicar medicamento na mãe do mesmo, observam que o bezerro levitava do chão e começava a ser deslocado por uma força invisível que afastou o animal das duas testemunhas e repentinamente elevou o filhote para o céu e logo em seguida fazendo-o sumir diante dos olhos incrédulos dos dois peões. Trajano, responsável pelos animais, ficou preocupado lembrando das consequências que viriam quando o patrão soubesse que uns de seus animais haveria sumido. Ele acabou contando o fato para um amigo e a história chegou aos ouvidos do pesquisador José Victor Soares que acabou investigando o caso alguns meses depois do ocorrido. O caso acabou ganhando destaque no meio ufológico e foi publicado em diversos boletins ufológicos estrangeiros.   


OBS GEUC-RS: Algumas fotos originalmente feitas em preto e branco foram coloridas por IA.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

A FÍSICA IMPOSSÍVEL DOS UFOS ...

Está disponível na edição nº 299, da REVISTA UFO, meu artigo intitulado "A FÍSICA IMPOSSÍVEL DOS UFOS: TRANSPARÊNCIA, INVISIBILIDADE E MANIPULAÇÃO DE OBJETOS".

A revista pode ser adquirida no site da REVISTA UFO ou clicando na imagem abaixo:

Fonte: REVISTA UFO

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Bate papo no Alô Terráqueos...

 


domingo, 12 de outubro de 2025

Brincando com a casuística.

A ufologia é um tema recorrente na "cultura pop", sendo abordada de diversas maneiras, como filmes, séries, revistas em quadrinhos, musicais e até peças de teatro. E temos no mercado um "zilhão" de quinquiharias oferecidas pelas internet, para todos os gostos. A fabricante japonesa de brinquedos TOMY lançou no início dos anos 2000 uma linha de brinquedos chamada Chocovader, que era composta por pequenas figuras de plástico acompanhadas por esferas ocas de chocolate no estilo Kinder Ovo. Parte das figuras que faziam parte da coleção seriam baseadas em seres pertencentes a casuística ufológica mundial. A coleção foi dividida em quatro temporadas. Eram vendidas em postos de conveniência. Outros fabricantes pelo mundo também se aventuraram na produção de brinquedos baseados em casos famosos ou bizarros da ufologia.


Alguns brinquedos:

O caso Roswell (1947)



O caso do falso alienígena alemão (1950)


O caso do monstro de Flatwood (1952)


O monstro ganhou outra edição, em 2003, em tamanho maior, com 17 cm, vendido separadamente, sem o chocolate, e sendo produzido em parceria com a BANDAI.


Na sua edição de dezembro de 2004 a revista japonesa HYPER HOBBY lançou uma versão do monstro para ser colocada na ponta do dedo.


Caso Rosa Dainelli (1954)


O caso do Mothman (1966)


O caso do Pé Grande (1967)
Este brinquedo não foi produzido pela TOMY e nem BANDAI. Foi produzido pela empresa americana Archie McPhee e vem acompanhado de outro brinquedo que imita a suposta vocalização de um Pé Grande.


O caso dos cérebros gigantes de Palos Verdes (1971)


O caso Kofu (1975)

O boneco do caso Kofu é outro brinquedo que não foi desenvolvido nem pela TOMY e nem a BANDAI, foi produzido pela também japonesa Zakures Hobby.


O caso Voronezh (1989)
O caso Voronezh também ganhou outra edição, em 2003, em tamanho maior, com 17 cm, vendido separadamente, sem o chocolate, e sendo produzido em parceria com a BANDAI.

Chupacabras (1995)
Este brinquedo é produzido pela BANDAI, pertence a uma coleção chamada UMA - Unidentified Mysterious Animals e é vendido em máquinas automáticas em postos de conveniência.