Em 21 de maio de 1968, no quilômetro 189 da estrada que vai de Pelotas a Camaquã, na região de São Lourenço do Sul, Rio Grande do Sul, dois cidadãos, residentes em Tapes, voltavam à noite de Pelotas quando um deles chamou a atenção do outro para uma estranha estrela descendo do céu em um movimento espiral. Esta “estrela” continua descendo até se transformar em um objeto intensamente luminoso, parecendo estar indo em direção ao carro. Tomado de pânico, o motorista para o carro que permanece do outro lado da estrada. Foi então que ambos viram um Volkswagen fusca a uns 15 metros de distância, que disparou em alta velocidade. Um carro parecia fugir quando objeto apagou suas luzes, aparentemente pousando no lado da estrada. Os dois viajantes decidiram perseguir o Volkswagen para ter mais uma testemunha do objeto. Eles forçaram a velocidade de seu carro ao máximo, mais até sua chegada em Camaquã nada encontraram. O fato teria sido publicado no periódico "Jornal da Semana" de Porto Alegre, em 11.10.1970. Foi registrado nos boletins franceses "Phénomènes spatiaux", nº 26 de dezembro de 1970 e no "Lumières Dans La Nuit", nº 116 de fevereiro de 1972.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Drops Ufológico Nº 5 – Os curiosos movimentos dos Discos Voadores.
Em 21 de maio de 1968, no quilômetro 189 da estrada que vai de Pelotas a Camaquã, na região de São Lourenço do Sul, Rio Grande do Sul, dois cidadãos, residentes em Tapes, voltavam à noite de Pelotas quando um deles chamou a atenção do outro para uma estranha estrela descendo do céu em um movimento espiral. Esta “estrela” continua descendo até se transformar em um objeto intensamente luminoso, parecendo estar indo em direção ao carro. Tomado de pânico, o motorista para o carro que permanece do outro lado da estrada. Foi então que ambos viram um Volkswagen fusca a uns 15 metros de distância, que disparou em alta velocidade. Um carro parecia fugir quando objeto apagou suas luzes, aparentemente pousando no lado da estrada. Os dois viajantes decidiram perseguir o Volkswagen para ter mais uma testemunha do objeto. Eles forçaram a velocidade de seu carro ao máximo, mais até sua chegada em Camaquã nada encontraram. O fato teria sido publicado no periódico "Jornal da Semana" de Porto Alegre, em 11.10.1970. Foi registrado nos boletins franceses "Phénomènes spatiaux", nº 26 de dezembro de 1970 e no "Lumières Dans La Nuit", nº 116 de fevereiro de 1972.
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
Drops Ufológico Nº 4 – 02 de Março de 1978 (RS).
O mês de Março do ano de 1978 teve uma grande incidência ufológica no RS assim como em outras localidades do Brasil. Um dos dias mais marcantes deste período, em território gaúcho, foi o dia dois (02) de março. Nesta data algumas cidades do estado testemunharam passagem de estranhos objetos, um suposto "ataque" a uma pessoa e uma famosa abdução. Arroio Grande, Canguçu, Pantano Grande, Pelotas e Santa Maria ficaram marcados pelos insólitos acontecimentos.
ARROIO GRANDE
CANGUÇU
Segundo foi noticiado pela imprensa da época o vereador Hermes Ribeiro de Souza Filho, enquanto vistoriava o gado em um campo de propriedade de seu pai, foi atingido por mistérios raios que teriam partido de um disco voador deixando-o "hipnotizado" e tonto.
PANTANO GRANDE
PELOTAS
Pelotas teve uma noite agitada neste segundo dia de março. Ocorreram muitos avistamentos e um famoso caso de abdução.
Inicialmente podemos mencionar a observação de um objeto por dois universitários. Além disso, testemunhas afirmavam que por onde o objeto passava ocorria falta de luz e em seguida, quando ele se afastava, a mesma era reestabelecida.
Também há o testemunho de dois policiais rodoviários que viram um objeto próximo a antiga ponte que ligava Pelotas a Rio Grande.
(*) Mais informações sobre o caso podem ser encontradas no Portal Fenomenum.
SANTA MARIA
O último município envolvido nessa "mini-onda" ufológica foi Santa Maria. Nele o radialista Vicente Paulo Bisogno testemunhou, do pátio de sua casa, no bairro Itararé, a passagem de um objeto similar aos outros avistados na cidades citadas acima.
sábado, 28 de setembro de 2024
Drops Ufológico Nº 3 - Açudes (RS).
É extremamente comum encontrarmos na casuística, de modo geral, casos envolvendo proximidades com rios, praias, lagos ou açudes. Hoje temos três casos envolvendo açudes no Rio Grande do Sul.
Caso em Glorinha.
Inverno de 1948, numa tarde ensolarada, em numa fazenda localizada no município de Glorinha, distante aproximadamente 55 quilômetros de Porto Alegre Sr. Apolônio e sua filha Eugênia resolvem passear a cavalo pelos campos da propriedade.
Caso em Cristal.
O Sr. João Rodel, proprietário de uma fábrica em Camaquã, sua esposa, seus dois filhos e um funcionário da empresa foram pescar em um açude chamado Açude das Corticeiras.
Caso em Sarandi.
Entre as primeiras semanas do mês de setembro de 1965 o Sr. Jorge Geisel e esposa retornavam a sua fazenda, na região de Sarandi, distante 330 quilômetros da capital do Estado, após fazerem compras em Carazinho.
Alguns metros após passar a porteira da fazenda observaram uma luz alaranjada opaca pairando sobre um açude da propriedade. A distância entre eles e o objeto era de aproximadamente uns 150 metros. O objeto estava pairando a dois metros de altura do solo. Depois de uns cinco minutos observando o objeto Jorge tentou sair do carro para se aproximar mais, porém foi impedido pela esposa que alegava estar preocupada com os filhos que estavam os esperando na casa da sede da fazenda. Ele desistiu de sair do carro e rumou no sentido da casa.
A distância que estava da casa era em torno de 800 metros de distância. Logo chegou na casa e deixou a esposa entrar. Resolveu voltar a pé para o local onde o óvni havia sido avista anteriormente. Chegando no açude não encontrou mais o objeto. Resolveu caminhar até uma elevação que fica entre a casa e o açude e dele lá pode observar novamente o óvni avermelhado. Agora ele estava pairando sobre uma plantação de linhaça da propriedade. Segundo Geisel o objeto apresentava pequenos movimentos oscilando em determinados momentos. Jorge lembrou que carregava uma lanterna e começou a emitir flashes intermitentes em direção do objeto. Algumas vezes ele entende que foi correspondido pelo objeto que emitia alguns flashes também. Depois de uma dúzia de troca de luzes o objeto se “apagou” e sumiu. Geisel fez um giro horizontal de seu pondo de observação e o localizou novamente agora distante atrás de uma região de matos da fazenda. Passados uns 15 minutos e sem mais nenhuma alteração da posição do objeto Jorge resolveu voltar para casa. Planejava na manhã seguinte fazer uma varredura na área de observação do objeto para tentar detectar possíveis marcas físicas no solo, porém, não encontrou nada no dia seguinte. Horas depois falando com um funcionário da fazenda este relatou que na noite anterior observou um objeto luminoso pousado numa área entre a sua casa e o mato onde Geisel teve seu último avistamento horas antes. O funcionário relatou que avistou o objeto, sentiu medo e correu para casa.












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