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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Drops Ufológico Nº 5 – Os curiosos movimentos dos Discos Voadores.



É notório que os objetos voadores presentes nos relatos ufológicos apresentam comportamentos e movimentos impossíveis e curiosos. Dezenas de casos expõem artefatos realizando manobras inacreditáveis de serem realizadas comparadas com o que dispomos de nossa tecnologia conhecida. Podemos apontar como exemplo 5 (cinco) movimentos que chamam a atenção em muitos relatos: 1) Movimento Pendular (ou folha seca), 2) Movimento de voo lateral (ou de lado), 3) Movimento de curva em ângulo reto de 90º, 4) Movimento em zig-zag e por último o 5) Movimento em espiral).


1) Movimento Pendular (ou folha seca/morta).

Como o próprio nome informa o objeto quando executa este movimento descreve seu deslocamento como sendo um pendulo, com oscilações laterais em torno de um eixo ou deslocamento alternado para direita e esquerda. Muitas pessoas em seus relatos comparam o movimento ao de uma folha de uma arvore quando cai e inicia seu movimento de queda, sendo denominado como um movimento de folha seca ou morta. Em alguns casos ele pode ser confundido com o movimento em zig-zag porem ambos tem suas características distintas. Geralmente no movimento pendular o objeto fica parado no mesmo local apenas fazendo os movimentos laterais. No zig-zag o objeto não está parado, está se deslocando. Podem ocorrer grande variedade de movimentos ao mesmo tempo.  O movimento de pendulo pode ser observado em alguns casos como, por exemplo, o caso ocorrido em 22 de novembro de 1954, sobre o aeroporto de Santa Maria, onde o radiotelegrafista da Varig, Arquimedes Fernandes, observou, as 21h45m, sobre um bosque de eucaliptos próximo, um disco escuro que ficou sobre a copa das árvores executando movimentos de um lado para outro. O objeto também foi observado por outras testemunhas em outros pontos da cidade.  A noticia foi publicada no jornal local "A Razão", na revista "O Cruzeiro" e mais alguns boletins ufológicos.

Menção do caso no livro do pesquisador gaúcho Felipe Machado Carrion.


Um outro caso ocorrido na noite de 19 de março de 1998, as 20:30, sobre o aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre. Dois homens, pai e filho, moradores próximos do aeroporto, estavam observando a movimentação dos pousos e decolagens pela janela de seu apartamento. Repentinamente avistaram uma esfera luminosa branco leitosa que vinha em alta velocidade escondida nas nuvens. O pai, com mais de 32 anos de experiência na aviação comercial, estimou o tamanho do objeto em aproximadamente 7 metros e voando em altitude não superior a mil metros. Em determinado momento o objeto executou um movimento de descida na vertical e quando parou começou a realizar o clássico movimento pendular. Posteriormente começou a subir acelerando em altíssima velocidade fazendo as testemunhas o perderem de vista. O caso foi publicado na edição nº 58 da Revista UFO, no mês de maio de 1998.
Revista UFO nº 58 onde o caso foi publicado.



2) Movimento de voo lateral (ou de lado).

Este comportamento de voo foge do que é tradicionalmente conhecido no imaginário popular sobre discos voadores. Ao invés do objeto executar seu deslocamento no sentido eixo horizontal, ele se posiciona na vertical ou quase na vertical oscilando sua posição entre 30 e 90 graus. A obra em quadrinhos "Le dossier des soucoupes volantes" de Jacques Lob e Robert Gigi, publicada pela editora Gargaud em 1972,  traz uma ilustração mostrando o movimento dos discos voadores voando na vertical.
Imagem retirada de "Le dossier des soucoupes volantes" de J. Lob e R. Gigi.


Durante a grande onda de 1954, em 26 de outubro, na Base Aérea de Gravataí (atual Canoas), no Rio Grande do Sul, o Capitão Antônio Pyrrho de Andrade observou um objeto em forma circular voando na posição vertical a grande velocidade e altitude. O registro foi feito em relatório junto com outros oficiais da base. Naquela semana de outubro mais precisamente no dia 24 vários oficiais testemunharam dois objetos pairando sobre o local. A noticia repercutiu e foi aberta uma investigação com depoimentos das testemunhas.
Imagem ilustrativa gerada por IA.


Em 02 de março de 1978 uma pequena "onda" ocorreu na região sul e central do Rio Grande do Sul. Avistamentos e abduções foram relatadas. Um avistamento feitos por dois policiais de Pelotas relata a observação de um objeto na posição vertical. O relato está publicado no boletim da SBEDV nº 132/135 de jan/ago 1980.
Fragmento do boletim da SBEDV mencionando o caso de 1978.


Outro caso bem famoso serve de exemplo para ilustrar esse tipo de movimento. Em 05 de outubro de 1996 o empresário e piloto de acrobacias Haroldo Westendorff retornava a Pelotas, em seu avião particular, de uma rápida viagem a Porto Alegre. Quando estava sobrevoando a Ilha da Sarangonha, ao sul da Lagoa dos Patos, quase chegando ao seu destino,  se deparou com um colossal objeto, que nas palavras de Westendorff era do tamanho de um campo de futebol. O caso do pelotense é um clássico brasileiro e conhecido mundialmente. No final da observação de Haroldo ele presenciou 3 discos voadores saírem na posição vertical de uma abertura do topo do objeto. Uma ilustração famosa feita com base no relato do piloto mostra esse momento. A imagem foi publicada na edição nº 48 da Revista UFO, de dezembro de 1996.
Desenho baseado no relato de Haroldo Westendorff.



3) Movimento em curva em ângulo reto de 90º.

Quando mencionamos movimentos impossíveis na casuística a execução de curvas em ângulos de 90º pode ser considerado um dos movimentos mais radicais baseado no que conhecemos na nossa física clássica. Um caso ocorrido em 01 de março de 1970, também investigado pelo grupo de Carrion, um astrônomo amador, Jair Nunes Vieira, observou, um objeto, junto com sua esposa, realizando os mais diversos movimentos, inclusive pendulares. Nos movimentos pendulares Vieira mencionou um fato curioso. No momento de cada evolução pareciam ocorrer pequenos "relâmpagos" em volta do objeto. O caso foi publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre, no livro de Carrion e em diversos boletins ufológicos do exterior. 
Desenho publicado no Correio do Povo de Porto Alegre, em 18/04/1970, sobre observação do astrônomo amador e esposa.


Em janeiro de 1974, em Aiguafreda, município da província de Barcelona, na Espanha, a família Ferrer testemunhou a presença de "uma luz branca", muito intensa, que se movia sobre as montanhas. Em determinado momento a luz mudou de cor para uma cor de chama azulada e diminui de tamanho, passando a executar movimentos de curvas em ângulos retos. Durante a movimentação o objeto parecia emitir pequenos "fogos de artificio" segundo as testemunhas que se assemelhavam a uma "aranha" com pernas longas. Um desenho apresentado no boletim francês "Phénomènes spatiaux", nº 39, de março de 1974, publicado pelo antigo grupo GEPA, atual GEIPAN, ilustrava o movimento oscilatório do objeto conforme imagem abaixo:
Desenho publicado no boletim ilustrando a observação ocorrida na Espanha.



4) Movimento em zig-zag.

Este é um dos movimentos mais conhecidos e  reportados nos relatos de avistamentos por testemunhas. Casos clássicos como a Operação Prato, documentado pela Força Aérea Brasileira, detalham objetos executando essas manobras. Entre os registros disponíveis no Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN), destacam-se o incidente na Rodovia PA-17 (Santo Antônio do Tauá) em 02 de setembro de 1977, e o avistamento na Baía do Sol (Mosqueiro) em 26 de outubro de 1977, ambos os casos descrevendo objetos realizando trajetórias em zig-zag.
Trecho do documento referente ao caso de 02 de setembro de 1977.

Trecho do documento referente ao caso de 26 de outubro de 1977.



5) Movimento em espiral.

O "movimento espiral" é uma característica relatada com frequência na casuística ufológica mundial e brasileira, descrevendo OVNIs que se deslocam em espirais ascendentes, descendentes ou circulares, muitas vezes mudando drasticamente de direção, o que desafia as leis da física conhecidas. O Caso Cussac, ocorrido em 29 de agosto de 1967 é um dos episódios mais intrigantes da ufologia francesa, envolvendo dois irmãos que avistaram quatro pequenas figuras humanoides pretas e uma esfera metálica em um pasto em Cussac. Ao notarem as crianças, os seres flutuaram para dentro do objeto, que decolou em espiral deixando um forte odor de enxofre e marcas na vegetação confirmadas pela polícia. Investigado oficialmente pelo GEIPAN (órgão da agência espacial francesa), o evento permanece sem explicação convencional e é classificado como um fenômeno aeroespacial não identificado de alta credibilidade. No boletim da A.P.R.O. de agosto/setembro de 1968 uma desenho demonstra o fato.
Desenho publicado no boletim da A.P.R.O.


Em 21 de maio de 1968, no quilômetro 189 da estrada que vai de Pelotas a Camaquã, na região de São Lourenço do Sul, Rio Grande do Sul, dois cidadãos, residentes em Tapes, voltavam à noite de Pelotas quando um deles chamou a atenção do outro para uma estranha estrela descendo do céu em um movimento espiral. Esta “estrela” continua descendo até se transformar em um objeto intensamente luminoso, parecendo estar indo em direção ao carro. Tomado de pânico, o motorista para o carro que permanece do outro lado da estrada. Foi então que ambos viram um Volkswagen fusca a uns 15 metros de distância, que disparou em alta velocidade. Um carro parecia fugir quando objeto apagou suas luzes, aparentemente pousando no lado da estrada. Os dois viajantes decidiram perseguir o Volkswagen para ter mais uma testemunha do objeto. Eles forçaram a velocidade de seu carro ao máximo, mais até sua chegada em Camaquã nada encontraram. O fato teria sido publicado no periódico "Jornal da Semana" de Porto Alegre, em 11.10.1970. Foi registrado nos boletins franceses  "Phénomènes spatiaux", nº 26 de dezembro de 1970 e no "Lumières Dans La Nuit", nº 116 de fevereiro de 1972.
Boletim da "Lumières Dans La Nuit" com a menção do caso. 




  

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Drops Ufológico Nº 4 – 02 de Março de 1978 (RS).

O mês de Março do ano de 1978 teve uma grande incidência ufológica no RS assim como em outras localidades do Brasil. Um dos dias mais marcantes deste período, em território gaúcho,  foi o dia dois (02) de março. Nesta data algumas cidades do estado testemunharam  passagem de estranhos objetos, um suposto "ataque" a uma  pessoa e uma famosa abdução. Arroio Grande, Canguçu, Pantano Grande, Pelotas e Santa Maria ficaram marcados pelos insólitos acontecimentos.


ARROIO GRANDE

Reprodução:  Jornal Folha da Tarde - 04/03/1978.

Seis homens e um adolescente pescavam na margem esquerda do Rio Arroio Grande, em uma fazenda no município de mesmo nome, quando se depararam com um objeto vindo do lado uruguaio. Eram por volta das 20h30min, o objeto lentamente vinha do sentido sul para norte, as testemunhas pensaram, em determinado momento, que o objeto iria pousar. Era um objeto circular um pouco maior que um pequeno avião, apresentava uma luminosidade cinzenta opaca, , comentava uma das testemunhas , o Sr. Lino Espindola. O disco voador chegou a ficar 80 metros da margem do rio. Repentinamente acelerou e seguiu rio acima sumindo do campo de visão dos observadores.

CANGUÇU

Reprodução: Diário Popular de Pelotas - 04/03/1978.

Segundo foi noticiado pela imprensa da época o vereador Hermes Ribeiro de Souza Filho, enquanto vistoriava o gado em um campo de propriedade de seu pai, foi atingido por mistérios raios que teriam partido de um disco voador deixando-o "hipnotizado" e tonto.


PANTANO GRANDE

Desenho criado e cedido por Paulo Pithan Flores

Quatro publicitários retornavam de Porto Alegre em direção a Santa Maria, onde residiam, quando foram surpreendidos, por uma pane elétrica, no veículo em que viajam. Pararam o veiculo no acostamento e puderam observar, no céu, um objeto do diâmetro do um pneu de carro. Era brilhante e estava parado. De momento pensaram que era a lua, mas não era. Notaram o que parecia ser um cheiro de enxofre (*) no ar, porem não se abalaram pois entediam que o cheiro poderia vir da região de Minas do Leão ou de alguma lavoura próxima. Segundo as testemunhas o ovni começou a se mover em direção a Santa Maria. Um  dos protagonistas do caso, Paulo Pithan Flores, cedeu gentilmente um croqui (acima) exemplificando o fato ocorrido.

(*) O cheiro de enxofre é mencionado em muitos casos na casuística ufológica.

PELOTAS

Pelotas teve uma noite agitada neste segundo dia de março. Ocorreram muitos avistamentos e um famoso caso de abdução.

Inicialmente podemos mencionar a observação de um objeto por dois universitários. Além disso, testemunhas afirmavam que por onde o objeto passava ocorria falta de luz e em seguida, quando ele se afastava, a mesma era reestabelecida.

Reprodução - Jornal Correio do Povo - 05/03/1978

Também há o testemunho de dois policiais rodoviários que viram um objeto próximo a antiga ponte que ligava Pelotas a Rio Grande.

Reprodução: Boletim nº 132/135 da SBEDV - RJ 

Provavelmente o caso mais emblemático da noite em questão foi a abdução (*) do jovem José Inácio Álvaro. O caso teve inicio por volta das 20h30min da noite quando José Inácio junto com outras duas pessoas testemunharam a passagem de um objeto grande e luminoso, semelhante a um "sol". Após essa observação acontecimentos foram ocorrendo até culminar na abdução do jovem, na madrugada do dia três, próximo a residência de seu pai. O caso foi investigado pelo ufólogo gaúcho Luís do Rosário Real.

Foto Revista Fatos & Fotos/Gente - 29/10/1979 - José Inácio aponta o local da sua abdução.

(*) Mais informações sobre o caso podem ser encontradas no Portal Fenomenum.


SANTA MARIA

O último município envolvido nessa "mini-onda" ufológica foi Santa Maria. Nele o radialista Vicente Paulo Bisogno testemunhou, do pátio de sua casa, no bairro Itararé,  a passagem de um objeto similar aos outros avistados na cidades citadas acima. 

Reprodução: Jornal 16.FM - 04/03/1978


Algumas das reportagens foram cedidas gentilmente pelo escritor e pesquisador Omar Carline Bueno.


sábado, 28 de setembro de 2024

Drops Ufológico Nº 3 - Açudes (RS).

É extremamente comum encontrarmos na casuística, de modo geral, casos envolvendo proximidades com rios, praias, lagos ou açudes. Hoje temos três casos envolvendo açudes no Rio Grande do Sul.


Caso em Glorinha.

Inverno de 1948, numa tarde ensolarada, em numa fazenda localizada no município de Glorinha, distante aproximadamente 55 quilômetros de Porto Alegre Sr. Apolônio e sua filha Eugênia resolvem passear a cavalo pelos campos da propriedade. 

Mapa do RS com a localização do município de Glorinha destacado em vermelho.


Já distantes da sede do local, próximo a um açude, observaram um objeto prateado flutuando em cima do mesmo. Dentro do objeto a partir do que pareciam ser algum tipo de janela conseguem observar uma movimentação. Tinham visto cinco vultos dentro do objeto. Passados alguns minutos, debaixo do objeto, uma escotilha é aberta e da mesma um tipo de escada semelhante a uma escada de cordas surge. Logo em seguida desce por essa escada um ser humanoide de estatura baixa e coberto por uma roupa, justa e prateada. Ele gesticula faz gestos como estivesse conversando ou chamando a atenção dos outros seres dentro da nave. Em seguida como se levitando chega o solo onde parece estar verificando ou procurando algo.
Passam-se vários minutos. O pai fica aflito pensando na possibilidade de os seres tentarem se aproximar ou até capturá-los. Repentinamente algo chama a atenção do visitante, ele parece coletar algo do chão. Não conseguem ver o que é. O ser retorna para nave subindo a suposta escadinha de cordas e entra na nave pela escotilha. Minutos depois a nave alça voo e some no céu. Pai e filha se dirigem ao local onde a nave esteve próxima e encontram uma marca triangular de capim queimado. Também há um cheiro estranho parecido com óleo queimado. Em conversas posteriores, já adulta, Eugênia afirmava que seu pai acreditava que os seres eram procedentes de marte.


Caso em Cristal.

O Sr. João Rodel, proprietário de uma fábrica em Camaquã, sua esposa, seus dois filhos e um funcionário da empresa foram pescar em um açude chamado Açude das Corticeiras. 

Dona Marta (Esposa) e Sr. João Rodel.


Aos dez minutos da madrugada do dia 31/12/1954 um objeto em forma de um disco, com aproximadamente 30 metros de diâmetro, surgiu silenciosamente e desceu pairando a cerca de 200 metros de altitude. Desceu sobre as margens do açude, permanecendo a 1 metro flutuando acima do solo, pois clareava o terreno abaixo. Estava em torno de 200 metros de distância das testemunhas, e iluminava as imediações com tal intensidade que se via o próprio capim agitado pela leve aragem que soprava. Repentinamente de trás do objeto, no solo, surgiu uma pessoa de cerca de 1,80m, vestida com macacão de cor escura, inteiriço, colado ao corpo e com uma faixa na cintura fazendo lembrar uma roupa de mergulhadores. Acreditando-se ser um homem ele só era percebido por sua silhueta sobre o fundo luminoso do aparelho. Ele deu uma volta em torno do objeto e retornou para o seu interior. As luzes do disco se apagaram ficando apenas luminosidade de forma cilíndrica dirigida para baixo do aparelho em posição vertical. O desconhecido apareceu novamente com uma espécie de lanterna para iluminar o solo. Caminhou uns 100 metros para um lado do açude e retornando caminhou mais cem metros no sentido oposto. Parecia estar examinando a água para onde dirigia o facho luminoso. Depois de algum tempo retorna para o disco parecendo ter entrado no local da luz cilíndrica abaixo do objeto. Alguns minutos depois surge obliquamente um feixe luminoso (cauda) de uma luz pulsante. Da ponta do feixe surge uma bola (esfera) de luz (ou de fogo) de aproximadamente 1,50m que voa para cima do açude permanecendo presa a cauda de onde foi originada. Quando a bola atinge aproximadamente o centro do açude o feixe desaparece. Logo em seguida sai novo feixe originando outra nova esfera luminosa que se distancia aproximadamente 100 metros da outra.
Nesse momento as testemunhas escutam um ruído que lembra um enorme cardume de peixe em água rasa. Passado algum tempo as esferas se aproximam uma da outra e partem em direção das testemunhas ficando uns 50 metros acima dos mesmos. Sr.Rodel temia que caissem sobre eles. Novamente elas retornam para o centro do açude onde permanecem imóveis. Passados alguns minutos o Sr. João Rodel decide ir para o carro com o resto das testemunhas e se deslocam para um local elevado deixado os faróis do carro direcionados para as duas esferas flamejantes. Com os faróis do carro apontados para os dois objetos sobre o açude as testemunhas conseguiram perceber que se tratavam na realidade de dois discos esbranquiçados com cúpulas. Mediam aproximadamente 1,50 por 0,70m. Nesse momento Sr. Rodel decidiu se afastar do local. Calculam que a observação toda durou em torno de 4 horas. A região onde ocorreram os fatos, na época, pertencia ao município de Camaquã, porém hoje pertence ao município de Cristal.


Caso em Sarandi.

Entre as primeiras semanas do mês de setembro de 1965 o Sr. Jorge Geisel e esposa retornavam a sua fazenda, na região de Sarandi, distante 330 quilômetros da capital do Estado, após fazerem compras em Carazinho. 

Jorge Geisel e mapa feito por ele e  publicado no boletim da SBEDV(*)


Alguns metros após passar a porteira da fazenda observaram uma luz alaranjada opaca pairando sobre um açude da propriedade.  A distância entre eles e o objeto era de aproximadamente uns 150 metros. O objeto estava pairando a dois metros de altura do solo. Depois de uns cinco minutos observando o objeto Jorge tentou sair do carro para se aproximar mais, porém foi impedido pela esposa que alegava estar preocupada com os filhos que estavam os esperando na casa da sede da fazenda. Ele desistiu de sair do carro e rumou no sentido da casa. 

A distância que estava da casa era em torno de 800 metros de distância. Logo chegou na casa e deixou a esposa entrar. Resolveu voltar a pé para o local onde o óvni havia sido avista anteriormente. Chegando no açude não encontrou mais o objeto. Resolveu caminhar até uma elevação que fica entre a casa e o açude e dele lá pode observar novamente o óvni avermelhado. Agora ele estava pairando sobre uma plantação de linhaça da propriedade. Segundo Geisel o objeto apresentava pequenos movimentos oscilando em determinados momentos. Jorge lembrou que carregava uma lanterna e começou a emitir flashes intermitentes em direção do objeto. Algumas vezes ele entende que foi correspondido pelo objeto que emitia alguns flashes também. Depois de uma dúzia de troca de luzes o objeto se “apagou” e sumiu. Geisel fez um giro horizontal de seu pondo de observação e o localizou novamente agora distante atrás de uma região de matos da fazenda.  Passados uns 15 minutos e sem mais nenhuma alteração da posição do objeto Jorge resolveu voltar para casa. Planejava na manhã seguinte fazer uma varredura na área de observação do objeto para tentar detectar possíveis marcas físicas no solo, porém, não encontrou nada no dia seguinte. Horas depois falando com um funcionário da fazenda este relatou que na noite anterior observou um objeto luminoso pousado numa área entre a sua casa e o mato onde Geisel teve seu último avistamento horas antes. O funcionário relatou que avistou o objeto, sentiu medo e correu para casa.

(*)SBEDV - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS DOS DISCOS VOADORES - RJ

sábado, 21 de novembro de 2020

Drops Ufológico Nº 2 – Onda de 1965 (RS).

O ano de 1965 foi repleto de avistamentos e casos. Por todo o planeta foram observados os mais variados tipos de objetos, desde objetos no formato clássico assim como na forma de charuto e triangular. Na América do Sul, desde o extremo sul, na Antártida, subindo em direção para os demais países do cone-sul dezenas de observações foram registradas. Num período específico, compreendendo o final de julho e início do mês de agosto, o Rio Grande do Sul testemunhou uma pequena "onda ufológica" sobre seu território. Abaixo algumas reportagens, de jornais da época, ilustram este acontecimento:



Igrejinha, Gramado e Torres (Fonte: Diário de Notícias)




Sapiranga e Porto  Alegre (Fonte: Correio do Povo)




Cachoeira do Sul (Fonte: Jornal do Dia)




Lagoa Vermelha (Fonte: Diário de Notícias)


Bom Jesus (Fonte: Diário de Notícias)



Taquari (Fonte: O Taquaryense)




Barracão (Fonte: Jornal do Dia)




terça-feira, 1 de setembro de 2020

Drops Ufológico Nº 1 – Outubro de 1954 (RS).



Ovnis sobre a Base Aérea de Gravataí (RS) 

No dia 24 de outubro de 1954, um domingo, no período da tarde, entre 13:00 e 16:30, vários militares testemunharam a presença de objetos voadores não identificados pairando sobre a Base Aérea de Gravataí (*). 
(*)Atualmente Base Aérea de Canoas. 



Osório (RS) 

Posteriormente ao caso do dia 24, no dia seguinte, segunda-feira, dia 25, após um piloto civil comunicar o avistamento de objetos não identificados voando sobre Osório, um piloto decolou da base com a missão de localizar os mesmos, entretanto não teve sucesso. 



Vôo de Treinamento 

Dias antes, no dia 12 do mesmo mês, um piloto de caça já havia se deparado com um ovni quando realizava um vôo de treinamento noturno na região entre São Leopoldo e Novo Hamburgo.