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domingo, 26 de novembro de 2023

A tipologia extraterrestre na visão do Mangá Japonês.

Em 30 de novembro 1975, na sua edição nº 48, a Weekly Shonen Magazine publicou alguns desenhos muito interessantes mostrando seres (criaturas, humanoides, robôs) de casos clássicos ( ou quase) da ufologia mundial sob sua perspectiva gráfica. As imagens abrangem casos da era de ouro da ufologia até meados da década de 70.

Ser observado no Caso Kofu (Japão) de 1975.

Nas imagens acima temos o famoso ciclope do Caso Sagrada Família (1963), do Brasil e ao seu lado o também conhecido ser do caso Kelly ocorrido em 1955 no Estado Unidos.

Da esquerda para direita temos o humanoide do Caso Tiago Machado ocorrido em Pirassununga em 1969. Ao seu lado o horripilante e badalado Mothman ( ou Homem-Mariposa) , neste caso, ocorrido na Inglaterra em 1963. Em seguida observamos um ser robótico que teria sido avistado no bizarro caso Cisco Grove, na California em 1964. Completando a imagem temos um outro humanoide com roupa colada e que foi presenciado na Espanha, em Valladolid, no ano de 1970, no caso conhecido como Puente de Herrera.

Finalizando a galeria de imagens temos a última ilustração, que apresenta, em sua maioria, seres humanoides. Iniciando a imagem com um ser magro com uma roupa semelhante a de um mergulhador. Este ser é um dos protagonistas do nosso famoso caso Villas Boas, ocorrido em 1957. Na imagem a seguir temos três seres, praticamente humanos, que teriam participado do caso argentino Dionisio Llanca no ano de 1973. O próximo ser é também humanoide, também vestido com uma roupa semelhante a de um mergulhador porém conta em seu peito um símbolo semelhante ao de uma cobra em forma da letra "S".  Este ser participou do caso de abdução do policial Herbert Schirmer em 1967 ocorrido no estado americano do Nebraska. Curiosamente um ser praticamente igual a esse foi mencionado pelo cubano Filiberto Cardenas em seu caso de abdução, ocorrido na Florida no ano de 1979.  O último ser da linha superior, pode ser chamado de bizarro pois trata-se de uma criatura peluda com olhos vermelhos e que aterrorizou dois homens na Venezuela em 1954, num caso considerado agressivo e denominado Caso Petare. O primeiro ser da linha de baixo é muito famoso, é o estranho ser do caso conhecido como Monstro de Flatwoods, e que ocorreu nos EUA em 1952. Na sequência temos o humanoide que "deu as caras" na Itália num caso conhecido como Caso Vila Santina no ano de 1947. O próximo elemento apresentado, é também um um humanoide, com algumas características bizarras, e que teria convidado o protagonista do caso Carl Higdon a "dar um passeio em sua nave". Esse caso ocorreu no Wyoming (EUA) em 1974. Por último, não menos famoso que os anteriores está um ser com características, praticamente únicas na tipologia de modo geral, que é o ser creditado ao caso Pascagoula, ocorrido nos Estado Unidos em 1973.

Fonte: INTERNET

  

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Japão testa sistema de propulsão "futurista" diretamente no espaço.


 A agência espacial japonesa (JAXA) anunciou o sucesso do primeiro teste de demonstração com seus dois sistemas de propulsão "futurísticos" em pleno espaço. A novidade das tecnologias em questão é que tais sistemas obtêm uma grande quantidade de empuxo ao usarem bem menos combustível em relação aos impulsionadores convencionais, o que, para a exploração espacial, é algo bem vantajoso.



A matéria completa pode ser lida aqui no CANALTECH ou aqui (em inglês) no JAPANTIMES.

Fonte: CANALTECH e JAPANTIMES.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Como o Japão pretende levar pessoas ao espaço de elevador.

Parece ficção científica, mas é um plano concreto: um elevador que leva pessoas até o espaço. O projeto vem do Japão, que quer ser o primeiro país do mundo a transportar viajantes dessa maneira.

A ideia é construir um elevador capaz de transportar até 30 indivíduos dentro de uma espécie de contêiner em formato oval que se moverá a 200 km/h em trajeto de oito dias. Um motor elétrico impulsionaria a cabine através do cabo, que teria um comprimento total de 96 mil km.

Para tanto, o país deve lançar um teste, o primeiro do tipo no espaço. Um foguete com um mini-elevador de 10 cm será lançado da ilha japonesa de Tanegashima e, quando chegar ao espaço, viajará por um cabo de 10 metros suspenso entre dois mini satélites.

O teste estava previsto para dia 10 de setembro, mas a previsão de chegada do tufão Jebi atrasou seu lançamento.

Os responsáveis pelo projeto, que pretende chegar até a Estação Espacial Internacional, a 400 km de altura, são uma equipe de especialistas da faculdade de Engenharia da Universidade Shizuoka. No teste, uma câmera acoplada à estrutura registrará cada um dos movimentos.

Mas essa ideia não é nova. Cientistas sonham com ela há décadas.

Velocidade máxima
Em 1895, o físico russo Konstantin Tsiolkovsky ficou deslumbrado com a Torre Eiffel, em Paris. E pensou que poderia usar uma estrutura similar para lançar corpos ao espaço.

A ideia era usar a força centrífuga da rotação do planeta, como se fosse uma corda amarrada a uma bola de futebol que gira, para impulsionar a estrutura.

Mas como concretizar essa ideia?

Os cientistas japoneses confiam em seu sistema, desenvolvido pela empresa Obayashi Corporation com custos de quase US$ 9 milhões (cerca de R$ 38 milhões).

"Nossos especialistas em construção, clima, dinâmica do vento e design dizem que é possível", disse um porta-voz da empresa quando o projeto estava em sua fase inicial.
Espera-se que ele esteja pronto para ser lançado até o ano 2050.

"Em teoria, um elevador espacial é altamente plausível. As viagens espaciais podem tornar-se algo popular no futuro", disse Yoji Ishikawa, que dirige a equipe de pesquisa.

Nem todos estão de acordo.

Ventos contrários
O maior desafio é encontrar material suficientemente forte para enfrentar a gravidade e os ventos da atmosfera. Por isso os projetos até agora propõem nanotubos de carbono, material muito mais forte que aço.

A Nasa e a Agência Espacial Europeia também querem tornar viável a ideia do elevador espacial - o físico americano Bradley C. Edwards disse que é preciso pelo menos mais 20 anos para construí-lo.

Em 2009, a Agência Espacial Europeia mostrou um protótipo do objeto na Segunda Conferência Internacional de Elevadores Espaciais.

Mais tarde, a empresa canadense Thoth Technology Inc. conseguiu obter uma patente nos Estados Unidos para criar uma torre inflável de 20 km de altura que alcançaria o mesmo propósito.

Para o empresário Elon Musk, que tem uma empresa de exploração espacial, a SpaceX, a ideia é "extremamente complicada".

"Não acho que seja realista criar um elevador espacial. Seria mais fácil construir uma ponte de Los Angeles a Tóquio", disse em uma conferência no MIT.

Fonte: Época Negócios/Globo/BBC

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Cientistas acabaram de descobrir o lugar perfeito para construir uma colônia subterrânea na Lua.

Por anos, cientistas se perguntaram se as características escuras de crateras na superfície lunar poderiam ser entradas para cavernas gigantes esculpidas há muito tempo por lava. Pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos agora descobriram novas evidências para provar que essas características de fato existem, o que é uma boa notícia para futuros colonizadores lunares procurando por um lugar conveniente e seguro para morar.

A nova pesquisa, publicada na Geophysical Research Letters, mostra que vários buracos localizados próximos à região da Colina Marius, na Lua, são grandes tubos de lava abertos e que essas cavernas antigas têm o potencial de oferecer, nas palavras dos pesquisadores, um “ambiente primitivo para a condução de examinação científica da composição da Lua e potencialmente servir como abrigos seguros para humanos e instrumentos”. A equipe, que incluiu cientistas da NASA e da agência espacial japonesa, a JAXA, combinou dados de radar e gravidade para fazer a descoberta.

Sem dúvidas, essas cavernas seriam perfeitas para aspirantes a colonos lunares. Dentro desses grandes buracos, os humanos seriam protegidos dos perigosos raios do Sol e de outras ameaças. A Lua não tem atmosfera por assim dizer, então esses abrigos “instantâneos” seriam extremamente vantajosos.

Durante anos, cientistas suspeitaram que essas características lunares eram tubos de lava — canais que ocorrem naturalmente, formados quando a lava se transforma em crosta dura. Milhões de anos atrás, quando a Lua tinha atividade vulcânica, a lava fluida esculpiu a superfície, e quando esses canais drenaram, eles frequentemente deixaram um vazio oco para trás. Pesquisas anteriores mostraram que essas cavernas, se existirem, seriam estáveis o suficiente para bases lunares subterrâneas.

Os cientistas da JAXA analisaram dados de radar da espaçonave SELENE, que foi projetada para estudar as origens da Lua e sua história geológica. Como esse novo estudo mostra, esse instrumento é bom também para detectar tubos de lava lunares, pegando dados de radar da superfície lunar. Ao salpicar as entradas dessas cavernas suspeitas com luzes de radar, os cientistas conseguiram detectar um padrão de eco distintivo, em que uma diminuição na força do eco era seguida por um segundo pico de eco grande. Esse padrão foi a evidência final de que estavam diante da presença de um solo e um teto de um tubo de lava. Por achararem vários padrões de eco parecidos em locais próximos, pode haver mais do que um tubo de lava.

E acontece que essa área corresponde a locais em que a NASA, por meio de sua missão GRAIL, foi capaz de identificar déficits de massa — ou seja, locais na superfície lunar em que a massa parece estar reduzida ou desaparecida, o que o GRAIL detecta como gravidade levemente menor.

Combinando os dados das missões SELENE e GRAIL, a equipe conseguiu não apenas provar a presença do buraco de lava, mas também a profundidade e a altura da cavidade. E ela é grande, estendendo-se por vários quilômetros em comprimento e pelo menos um quilômetro em altura e largura.

E assim, de repente, a Lua parece um lugar mais acolhedor. Está na hora de a gente voltar para lá.

Fonte: Gizmodo/UOL