Mostrando postagens com marcador TELESCÓPIO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TELESCÓPIO. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

China finalmente liga seu colossal telescópio de rádio de caça a alienígenas.

O FAST, gigantesco telescópio de rádio feito para caçar aliens, está finalmente 100% operacional e aberto a pesquisadores de todo o mundo na China. 

FAST é a sigla de “Five-hundred-meter Aperture Spherical radio Telescope”, ou “Telescópio de Rádio Esférico de Abertura de 500 metros”. O dispositivo está pronto desde 2016, mas só foi ligado agora, depois de vários anos de testes. 


Potencial enorme 

O aparelho – um recorde para maior radiotelescópio de prato único, com diâmetro de meio quilômetro – é 2,5 vezes mais sensível que qualquer outro radiotelescópio do mundo, e possui um alcance possivelmente 4 vezes maior que o segundo mais largo telescópio de prato único. 

Agora que se encontra completo, deverá ajudar astrônomos de todo o mundo a estudar novos cantos do universo e talvez até descobrir sinais de vida alienígena. 

As descobertas potenciais são com certeza inúmeras – somente durante as rodadas de teste, os cientistas trabalhando no FAST encontraram 102 novos pulsares, mais do que o total descoberto por pesquisadores de todo os EUA e Europa no mesmo período.

Fonte: HYPESCIENCE

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

ELT: como será o maior telescópio óptico do mundo

Apelidado de "o maior olho do mundo no céu", o Extremely Large Telescope (telescópio extremamente grande, em tradução livre), ou apenas ELT, nasce com a promessa de ser o maior telescópio óptico do planeta. Entranhado no Cerro Armazones, no Chile, a construção reduzirá os demais equipamentos já existentes a "anões" e "inaugurará uma nova era", afirma o European Southern Observatory (ESO, Observatório Europeu do Sul, do inglês), responsável pela empreitada ambiciosa. Aprovado em 2012, o programa tem previsão de inauguração em 2025.

Com uma coleção de números exorbitantes, o ELT deve impulsionar o conhecimento astrofísico e auxiliar na "busca por sinais de vida em outros planetas", descreve o ESO. O físico e astrônomo Luiz Augusto L. da Silva, professor do Departamento Interdisciplinar da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), complementa dizendo que o gigante vai ajudar a esclarecer várias interrogações no campo da astronomia e cosmologia.

— Vamos aprender um pouco mais sobre matéria e energia escura, que são os dois principais constituintes do universo.

Fora isso, acrescenta o professor, o ELT ainda deve trazer uma grande contribuição para compreender a evolução das galáxias e, como defende o ESO, terá potencial para pesquisar outros planetas que sejam parecidos com a Terra.

— Ele vai permitir que se analise a atmosfera desses planetas para descobrir se há oxigênio ou vapor de água, que são indicadores diretos de vida nesses locais.


Espelhos de 39 metros de diâmetro

Tudo isso será possível graças ao seu telescópio, que contará com um conjunto de espelhos de 39 metros de diâmetro (feitos por um complexo de 798 hexágonos), o que permitirá coletar mais luz e produzir materiais com maior nível de detalhes. Segundo o ESO, com essa medida, será possível capturar 15 vezes mais luz do que os demais telescópios ópticos em funcionamento. Na prática, explica Silva, quanto maior o diâmetro, mais luz é captada, o que permite enxergar objetos mais distantes, com menor brilho e com mais detalhes e resolução.

Para termos de comparação, o maior telescópio em operação hoje é o Gran Telescopio Canarias, localizado em território espanhol, com diâmetro de 10,4 metros. Também no Chile, o Very Large Telescope (VTL, ou telescópio muito grande, em português), também do ESO, tem espelhos de 8,2 metros de diâmetro.

O projeto do ELT começou a ganhar forma em dezembro de 2018, com as primeiras fundações no topo do morro. Seguindo um planejamento rigoroso, a "primeira luz", ou primeiro uso, no jargão da astronomia, deve ser feito em 2025.


Área privilegiada

De acordo com o docente da UFRGS, o norte do Chile tem como características o tempo seco e a altitude. Essa combinação de fatores elimina boa parte da umidade da atmosfera, resultando em um ganho de qualidade de imagem. 

— Lá chove pouco e o tempo está sempre aberto. Na região, há 350 noites limpas por ano. Como a operação e manutenção são caríssimas para manter uma infraestrutura no "meio do nada", o aproveitamento tem que ser muito grande — destaca.


Outros gigantes

Também com inauguração prevista para 2025, o Giant Magellan Telescope terá um telescópio de 24,5 metros. Ele também fica no Chile. Outro telescópio desta categoria é planejado para o Havaí. O projeto, que conta com um equipamento de 30 metros de diâmetro, está parado em função de protestos da comunidade, que consideram o lugar sagrado. 

Fonte: CLICRBS

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Esses telescópios gigantes vão mudar muito do que sabemos sobre o universo.

Muito se fala sobre os telescópios espaciais, como Hubble, Kepler e, daqui em diante, James Webb e TESS, lançados ao espaço para varrer o céu e proporcionar descobertas sem precedentes. Mas, aqui na Terra, existem diversos telescópios de grande porte que acabam não ganhando os holofotes tanto quanto seus parceiros espaciais.

No caso de telescópios, não vale aquela máxima do "menos é mais". Como a astronomia depende essencialmente do estudo da luz, quanto maior o telescópio, melhor. E está surgindo toda uma nova geração de telescópios gigantes que vão mudar muita coisa que sabemos (ou achamos que sabemos) sobre o universo.

O deserto do Atacama, no Chile, é um dos melhores lugares do planeta para se construir um telescópio gigante. Não somente pela grande área disponível no local, que, ainda por cima, fica a 2.400 metros de altitude (o que reduz a distorção das imagens causadas pela atmosfera), mas especialmente pelo fato de que, por lá, o céu noturno é extremamente limpo e, ainda, o deserto tem mais de 300 noites claras por ano.

Entre as missões que serão conduzidas em telescópios gigantes construídos recentemente, bem como naqueles que serão inaugurados em breve, estão coisas como detectar a matéria escura, capturar imagens de buracos negros supermassivos, e estudar exoplanetas. Em conjunto, eles formam uma espécie de exército de "olhos" voltados para o céu, somando forças ao trabalho dos telescópios espaciais.

Event Horizon Telescope (EHT)
Este é o telescópio que promete registrar a primeira fotografia de um buraco negro. Esses objetos espaciais não foram fotografados ainda, uma vez que sua intensa gravidade não deixa nada escapar dali de dentro (nem mesmo a luz). Então, como será possível fotografar um buraco negro?

Tudo acontecerá por meio da radioastronomia, que combina dados de diversos radiotelescópios ao redor do mundo. O EHT já foi capaz de observar raios-X e gamma a partir de unidades no Chile, Espanha, Estados Unidos, México e até mesmo no Polo Sul.

Esses telescópios, interconectados, criam um medidor de luz praticamente do tamanho da Terra, na esperança de detectar o chamado "horizonte de eventos" (limite de um buraco negro que determina a partir de onde nada pode escapar) de dois buracos negros supermassivos. Um deles é o Sagittarius A, localizado no centro da Via Láctea, e o outro se chama M87, em uma galáxia na Constelação de Virgem.

Caso tudo dê certo (o que devemos descobrir ainda em 2018), finalmente a comunidade científica terá provas visuais de que a teoria da relatividade geral de Albert Einstein está correta. Vale lembrar que a teoria prevê o horizonte de eventos, mas, até então, ainda não tivemos uma confirmação visual comprovando as ideias do gênio.

Large Synoptic Survey Telescope (LSST)
Situado no Chile, este telescópio conseguirá, por volta de 2022, detectar asteroides no espaço que tenham potencial para causar danos ao planeta Terra. Sua câmera poderosa é capaz de tirar 800 fotografias por noite, capturando seis comprimentos de onda, desde a ultravioleta até o infravermelho.

Cada uma dessas imagens será gigantesca, com 15 terabytes de dados sendo produzidos diariamente. Com tanta informação, os astrônomos conseguirão gerar um mapa detalhado de bilhões de galáxias, estrelas e objetos ao redor do Sistema Solar.

European Extremely Large Telescope (E-ELT)
Também no Chile, este telescópio ajudará o TESS em sua missão para descobrir e analisar exoplanetas. Mas, enquanto o telescópio espacial identifica bloqueios de luz em frente a estrelas (sugerindo que, ali, está passando um planeta), o E-ELT será capaz de fotografar esses planetas que orbitam outras estrelas que não sejam o nosso Sol.

Espera-se que as imagens geradas por este telescópio sejam 16 vezes mais detalhadas do que as belíssimas fotografias capturadas pelo Hubble - e isso pode acontecer já em 2024. O E-ELT também será usado para estudar as galáxias mais antigas, bem como para medir a taxa de aceleração do universo em expansão.

Giant Magellan Telescope (GMT)
A ser finalizado em 2023, este telescópio também fica no Chile. Ele será o telescópio óptico mais largo do mundo e, graças aos dados obtidos pelo TESS, o GMT conseguirá analisar a composição química dos exoplanetas descobertos. Conforme explicou Patrick McCarthy, vice-presidente de operações e relações externas do GMT, "quando um planeta passa em frente à sua estrela, um grande telescópio no solo, como o GMT, pode usar seu espectro para procurar por impressões digitais de moléculas na atmosfera planetária".

Fonte: Portal Terra/Canaltech

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Telescópio capta pela 1ª vez estrela que dispara raios.

Usando um super telescópio em conjunto com outros aparelhos semelhantes na Terra e no espaço, astrônomos descobriram um novo tipo de estrela binária.

Ela fica no sistema estelar AR Scorpii, habitado por uma estrela anã branca que libera um raio de elétrons que atinge sua vizinha - uma estrela anã vermelha fria -, como se a estivesse "atacando".

Esse fenômeno faz com que todo o sistema pulse, se iluminando e escurecendo a cada 1,97 minuto.

O estudo com a descoberta será publicado na revista Nature nesta ultima quinta-feira (28/07).

Comportamento único
O trabalho começou em maio de 2015, quando um grupo de astrônomos amadores de Alemanha, Bélgica e Reino Unido se deparou com um sistema que se comportava como nenhum outro.

Isso fez com que a Universidade de Warwick, na Inglaterra, passasse a observá-lo, usando uma rede de telescópios que revelou sua verdadeira natureza.

O AR Scorpii fica na constelação de Escorpião, a 380 anos-luz de distância da Terra.

Sua estrela anã branca tem o tamanho do nosso planeta, mas uma massa 200 mil vezes maior. A estrela anã vermelha fria tem um terço da massa do Sol. Elas se orbitam num ciclo de 3,6 horas.

A estrela anã branca é muito magnética e gira em alta velocidade. Isso acelera elétrons até quase atingirem a velocidade da luz, fazendo com que sejam liberados em explosões que formam o facho. Quando ele atingem a estrela anã vermelha fria, todo o sistema pulsa intensamente.

"O sistema foi descoberto há 40 anos, mas não suspeitávamos que se comportava assim até começarmos a observá-lo em 2015", diz Tom Marsh, membro do grupo de astrofísica da Universidade de Warwick.

"Percebemos que estávamos vendo algo extraordinário alguns minutos depois de dar início à observação."

Colaboração
A princípio, quando o fenômeno foi visto pela primeira vez, chegou-se a conclusão de que a luminosidade do sistema variava a cada 3,6 horas, o que fez com que cientistas divulgassem incorretamente se tratar de uma única estrela.

Um comportamento assim já tinha sido observado em estrelas de nêutrons, que são alguns dos corpos celestres mais densos do Universo, mas nunca em uma estrela anã branca.

"Sabemos que estrelas de nêutrons pulsam assim há 50 anos e algumas teorias previam que estrelas anãs brancas também poderiam se comportar assim", afirma Boris Gänsicke, coautor do estudo.

"É fantástico ter encontrado um sistema assim. É um ótimo exemplo de colaboração entre astrônomos amadores e acadêmicos."

Fonte: Portal Terra/ BBC

quinta-feira, 10 de março de 2016

Telescópio Hubble fotografa galáxia mais distante já encontrada.

Astrônomos anunciaram na quinta-feira (03/03/16) ter descoberto a mais distante galáxia já observada.

Posicionada a 13,4 bilhões de anos-luz de distância, a estrutura cósmica se formou quando o universo tinha apenas 400 milhões de anos de idade, passados desde o Big Bang.

A localização da galáxia, descoberta pelo Telescópio Espacial Hubble, significa que a luminosidade produzida por ela, viajando a à velocidade da luz (cerca de 1 bilhão de km/h), levaria 13,4 bilhões de anos para chegar até a Terra.

A galáxia, catalogada com a sigla GN-z11, foi avistada na direção da constelação da Ursa Maior. O Hubble a avistou dois anos atrás durante uma operação de varredura do céu, mas só agora cientistas confirmaram a descoberta, após uma análise detalhada dos dados.

Na época, astrônomos sabiam que estavam observando algo muito distante, possivelmente tão distante quanto 13,2 bilhões de anos-luz. Uma nova observação da galáxia, com um instrumento do Hubble que separa a luz em diversos comprimentos de onda revelou que a GN-z11 estava ainda mais distante que se achava, batendo um recorde por 200 milhões de anos.

Cientistas se disseram surpresos de terem conseguido determinar a distância da galáxia usando o Hubble, um telescópio operado pela Nasa. Um estudo sobre a descoberta sia na edição da semana que vem da revista "The Astrophysical Journal".

"Demos um grande passo atrás no tempo, além daquilo que jamais esperávamos poder fazer com o Hubble", afirmou o astrônomo Pascal Oesch, da Universidade Yale, em um comunicado. A chave para a descoberta foi precisamente medir o alongamento do comprimento de onda da luz da galáxia para a região do vermelho. Essa medida diz quão rápido GN-z11 está se afastando da Terra, como medida da expansão do Universo, o que permite inferir a distância dela até nós.

Apesar de ser uma galáxia pequena para padrões atuais, GN-z11 é enorme, considerando que foi formada em uma época na qual o Universo tinha apenas 3% do tamanho que possui hoje, afirmou Garth Illingworth, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, coautor do estudo.

"Estamos vendo uma galáxia em sua infância", afirma Illingworth. "É incrível que uma galáxia tão grande tenha existido apenas 200 milhões ou 300 milhões de anos após as primeiras estrelas terem se formado."

GN-z11 possui cerca de 1 bilhão de vezes a massa do Sol. A galáxia é 25 vezes menor que a Via Láctea, apesar de estar produzindo estrelas 20 vezes mais rápido que a Via Láctea hoje.

Astrônomos afirma que esse recorde deve permanecer de pé até 2018, quando o Telescópio Espacial James Webb, sucessor do Hubble, será lançado.

Fonte: Portal Terra

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Telescópio acha 140 planetas que podem ter vida

Cientistas anunciaram a descoberta de 140 novos planetas parecidos com a Terra encontrados nas últimas semanas. Com os novos dados, os cientistas acreditam que existam cerca de 100 milhões de planetas parecidos com o nosso e que possam abrigar vida apenas na Via Láctea. As informações são do Daily Mail.

Os achados foram feitos pelo telescópio espacial Kepler, que procura novos planetas desde que foi lançado, em janeiro de 2009. Segundo o astrônomo Dimitar Sasselov, os planetas têm tamanho parecido com o da Terra. O cientista descreveu a descoberta como a "realização do sonho de Copérnico", em referência ao pai da astronomia moderna.

Novos planetas fora do sistema solar são descobertos quando eles passam em frente a sua estrela. O telescópio não capta uma imagem direta, mas registra a minúscula diminuição do brilho do astro quando o planeta passa em frente. Essa passagem causa "piscadas" na luz. Pelo cálculo da diminuição de brilho, do tempo entre as "piscadas" e da massa da estrela, os astrônomos conseguem descobrir o tamanho do planeta.

O Kepler continuará pesquisando o céu dia e noite, sem interrupção, pelos próximos quatro anos, segundo o cientista. Sasselov afirma que nos últimos 15 anos cerca de 500 exoplanetas foram descobertos, mas nenhum foi considerado parecido com a Terra, ou seja, com a possibilidade de abrigar vida.

"Vida é um sistema químico que realmente necessita de um planeta pequeno, água e pedras e uma grande quantidade de complexos químicos para surgir e sobreviver. (...) Tem um monte de trabalho para fazermos com isso, mas os resultados estatísticos são claros e planetas como a nossa Terra estão lá fora. (...) Nossa própria Via Láctea é rica nesse tipo de planetas", disse o astrônomo durante a apresentação dos resultados do Kepler na conferência TEDGlobal, em Oxford, no Reino Unido. 

Fonte: Portal Terra

segunda-feira, 1 de março de 2010

Telescópio capta rara imagem de estrela de nêutrons


O grande Telescópio Canárias (GTC), instalado no Observatório Del Roque de los Muchachos, localizado na Ilha de La Palma, na Espanha, registrou imagens com profundidade sem precedentes de uma estrela de nêutrons, do tipo magnetar. O episódio foi informado pelo Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), nesta segunda-feira, dia 1.
O GTC, o maior e com tecnologia mais avançada do mundo, foi lançado no dia 24 de julho de 2009, e permitirá aos pesquisadores conhecerem os mistérios da formação do universo através de seu espelho.
A Universidade Autônoma do México, o Instituto Nacional de Astrofísica, Óptica e Eletrônica do país, além da Universidade da Flórida e a União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder) participaram da construção da grande estrutura.
O telescópio é uma ferramenta refletora, com um espelho primário de 10,4 metros de diâmetro, o maior do mundo. Trata-se de um projeto avaliado em 104 milhões de euros, financiado em 90% pela Espanha e 10% com o apoio do México e dos Estados Unidos.
O GTC permitirá revelar segredos ocultos do universo, por captar a luz formando imagens diretas (detectadas pelo olho humano) e imagens espectroscópicas (através de espectrógrafos, que selecionam uma parte da imagem, separando-a nas diferentes longitudes de uma onda). 
Fonte: Portal Terra

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Telescópio Kepler descobre cinco novos planetas fora do Sistema Solar


Lançado em março de 2009 para rastrear planetas parecidos com a Terra fora do Sistema Solar, o telescópio espacial Kepler, da Nasa (agência espacial americana), fez suas primeiras descobertas. O equipamento identificou cinco novos exoplanetas, batizados de Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b. A novidade foi anunciada nesta segunda-feira (4) em evento da Sociedade Astronômica Americana, em Washington.
Chamados de "Júpiters quentes" por causa de sua massas e altas temperaturas, os recém-descobertos planetas têm entre 2.200 e 3.000 graus Fahrenheit. Segundo cientistas, o calor torna improvável a existência de alguma forma de vida neles. Os cinco exoplanetas giram em órbita de estrelas maiores e mais quentes que o nosso Sol.
Fonte: UOL