domingo, 17 de setembro de 2023
Múmias!!!!
quinta-feira, 24 de agosto de 2023
iUFO
A aproximadamente dois meses atrás a Shenzhen UFO Power Technology lançou seu "Disco Voador" na cidade de Shenzhen.
Na realidade é um protótipo de um eVTOL ,abreviatura de Electric Vertical Take-Off and Landing, ou numa tradução simples, "aeronave elétrica com capacidade de pousar e decolar na vertical".
A Shenzhen UFO Power Technology atua na área de energia limpa, desenvolvendo equipamentos como baterias elétricas solares para casas, empresas, carregadores para carros elétricos e outros sistemas de força. Na prática o iUFO é um grande "Drone" tripulado.
Fonte: CNN / Shenzhen UFO Power Technology / JustAs it is
quinta-feira, 4 de maio de 2023
Airbus LOOP
A proposta da Airbus
Combinando uma vasta experiência em voos espaciais tripulados com a engenhosidade e o espírito inovador de suas equipes, a Airbus está pronta para dar o próximo passo em direção à Estação Espacial do futuro: com o Airbus LOOP, um módulo orbital multifuncional. Ele deve possui três andares e foi projetado para dar mais conforto aos astronautas.
segunda-feira, 3 de abril de 2023
Encontraremos alienígenas em até 20 anos.
A matéria completa pode ser lida AQUI.
Fonte: Universidade de Exeter / TERRA
quinta-feira, 16 de março de 2023
Nasa divulga traje que será usado por astronautas para ir à Lua em 2025.
Fonte: GZH
quarta-feira, 1 de março de 2023
O Turismo Espacial

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
PNEUMO PLANET
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
Os manequins da Artemis.
Helga e Zohar
Campos
domingo, 30 de outubro de 2022
De que planeta?
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
Alienígena?
Fonte: Cronodon / Wikipédia/ Deep-Sea Photography.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Gêmeos astronautas irão se separar pela ciência.
Como Scott e Mark têm organismos extremamente parecidos, é mais cabível comparar a diferença entre eles do que entre um astronauta e outros voluntários - já que ele não tem, geneticamente, nada a ver com outras pessoas.
Sabe-se que uma longa estadia no espaço pode afetar a massa muscular e óssea, e que a exposição à radiação pode aumentar o risco de câncer. A Nasa espera que esse experimento também esclareça o que pode acontecer com o sistema imunológico em ambiente espacial. Para isso, um dos testes previstos inclui a administração de uma vacina contra a gripe em ambos os irmãos. Outros exames incluem análises sanguíneas, ultrassons e análise de urina.
A pesquisa é importante após o anúncio de que a Nasa pretende enviar humanos para Marte em 2030. Como a ideia é que os pioneiros que participarão da missão fiquem muito tempo no espaço, é importante saber quais são os efeitos que seus corpos podem sentir.
Fonte: Galileu/Globo.com
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Missão Planck: instrumento termina análise da radiação do Big Bang.
"Foi uma missão incrível. A nave e os instrumentos tiveram desempenhos extraordinários, recolhendo dados científicos preciosos, no qual agora podemos trabalhar", disse Jan Tauber, cientista de projeto da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Menos de meio milhão de anos depois da criação do universo pelo Big Bang, há 13,7 mil milhões de anos, ficou no céu uma luz brilhante e visível. À medida que o universo foi se expandindo, esta luz foi enfraquecendo e transformou-se em comprimentos de onda. Estudando os padrões impressos nesta luz hoje, os cientistas esperam compreender o Big Bang e o universo jovem, muito antes das estrelas e galáxias terem se formado.
O Planck tem medido estes padrões, analisando o céu inteiro com o seu Instrumento de Alta Frequência (HFI) e o seu Instrumento de Baixa Frequência (LFI). Os dois em conjunto permitem que o telescópio Planck faça uma cobertura nunca feita antes em termos de comprimento de onda e da capacidade de determinar os pormenores mais tênues.
O telescópio
Lançado em maio de 2009, a missão Planck tinha como metas realizar duas pesquisas completas do céu. O telescópio acabou por exceder as expectativas, funcionando ao longo de 30 meses - cerca de duas vezes mais do que o esperado - tempo suficiente para completar cinco estudos completos do céu, com os dois instrumentos.
Com capacidade de trabalhar a temperaturas ligeiramente mais elevadas do que o HFI, o LFI continuará a analisar o céu durante boa parte de 2012, fornecendo dados para melhorar a qualidade dos resultados finais.
Resultados
Os resultados preliminares do Planck foram anunciados no ano passado e incluem descobertas de aglomerados de galáxias no universo longínquo, muitas das quais nunca tinham sido vistas.
Entre os resultados preliminares da missão, vale destacar a melhor medição já obtida em todo o céu da radiação infravermelha de fundo, produzida pelas estrelas em formação no universo jovem. Estes dados mostraram como algumas das primeiras galáxias produziam mil vezes mais estrelas do que a nossa própria galáxia produz atualmente.
No próximo mês serão anunciados mais resultados, mas os primeiros resultados sobre o Big Bang e o universo primitivo só estarão disponíveis no próximo ano. Há uma grande expectativa em torno destes resultados, pois, apesar de já terem existido duas missões espaciais para mapear esta radiação, continuam a existir muitas ideias contraditórias acerca do que aconteceu durante o Big Bang.
Fonte: Portal Terra
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Nasa anuncia novas descobertas do observatório espacial Kepler.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Acelerador que estuda o "Big Bang" bate novo recorde
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Erupção de cometa maior lançou 'minicometas' no espaço
Como um cogumelo atirando esporos, um conhecido cometa foi visto disparando múltiplos "minicometas" que viajaram a 451 km por hora, anunciaram astrônomos. Os fragmentos foram recentemente revelados em imagens de alta resolução do cometa Holmes, um corpo relativamente pequeno descoberto em 1892 que misteriosamente explodiu em 2007.
Ao longo de vários dias, astrônomos usando o telescópio Canadá-França-Havaí em Mauna Kea assistiram à nuvem de poeira de 3,5 km de diâmetro ao redor do cometa inchar e se tornar maior do que o Sol. Posteriormente, uma observação mais detalhada das imagens de alta resolução revelou que o cometa também lançou fragmentos, cada um com sua própria nuvem de poeira e cauda glacial, que se afastaram do corpo principal. Junto, o material extra fez com que o cometa brilhasse um milhão de vezes mais em menos de 24 horas, produzindo a maior erupção cometária da história.
"Normalmente, é preciso um grande telescópio para ver o cometa Holmes, mas durante a explosão ele ficou visível a olho nu", disse um dos membros da equipe, Rachel Stevenson, da Universidade da Califórnia, Los Angeles.
Pressão Interna do Cometa
Holmes é um dos chamados cometas da Família Júpiter, cuja órbita cruza tão perto da de Júpiter que o cometa é afetado pela gravidade massiva do planeta. A maioria de tais cometas está condenada a se partir ou se chocar com um planeta ou o Sol.
Por exemplo, o cometa Shoemaker-Levy 9 se partiu em 1994 e seus pedaços se chocaram com Júpiter. Pelo menos outro cometa, Kushida-Muramatsu, foi brevemente capturado pelo gigante gasoso em 1949 e se tornou uma lua jupteriana por 12 anos.
Em outubro de 2007, um astrônomo amador relatou pela primeira vez que o cometa Holmes havia brilhado inesperadamente. Ao ouvir a notícia, Stevenson e seus colegas rapidamente direcionaram o telescópio Canadá-França-Havaí para o objeto em erupção.
Com base no que observou, a equipe acredita que a explosão tenha começado provavelmente cinco meses antes de ser vista, quando a órbita elíptica do cometa o aproximou ao máximo do sol, ficando a cerca de 300 milhões de quilômetros de distância.
"Acreditamos que o interior do cometa tenha sido aquecido, evaporando o gelo e criando um acúmulo de gás pressurizado internamente", Stevenson disse. Em outubro, a pressão se tornou tão grande que o cometa explodiu, lançando seu gás de uma vez só.
Stevenson apresentou as descobertas da equipe no recente Congresso Europeu de Ciência Planetária de 2009, em Potsdam, Alemanha. Apesar do drama, o cometa sobreviveu à explosão, Stevenson acrescentou, e agora voltou a rumar em direção a Júpiter. Ele se aproximará novamente do sol em 2014.
Fonte: Portal Terra
Asteroide está bem perto da Terra, diz astrônomo
Asteróide de quase mil metros de diâmetro está a cerca de 600 mil quilômetros da Terra, distância equivalente a menos de duas vezes a que separa a Terra da Lua. "É a menor distância já constatada no que diz respeito a um asteroide", disse o astrônomo espanhol Josep Maria Bosch em entrevista ao jornal espanhol El País.
O corpo celeste acompanha a Terra por uma órbita paralela. Ele foi batizado por cientistas como 2009 ST19, e vai acompanhar a Terra por mais uma semana, até que suas órbitas se separem. O astro foi observado pela primeira vez no dia 16 de setembro e foi incluído na lista de asteroides potencialmente perigosos, cujas órbitas se cruzam com a da Terra.
Os primeiros cálculos indicam que a aproximação mais perigosa do ST19, que dá uma volta pelo Sol a cada 3,6 anos, se produzirá aproximadamente em 2038. O registro foi feito pelo Centro de Observación del Universo de Ager, em Lérida, na Catalunha (Espanha).
A Nasa , agência espacial americana , não tem verba para observar todos os asteroides que rondam a Terra, segundo relatório da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
O Congresso dos Estados Unidos nunca aprovou o financiamento para a construção dos telescópios necessários ao monitoramento dos corpos celestes, que podem causar catástrofes caso atinjam a Terra. Os asteroides deveriam ser identificados até 2020.
Fonte: Portal Terra
*Obs UCA: Segundo opinião de outros astrônomos, na realidade, a distância em relação a terra deve ser muito maior que 600.000 km.
domingo, 20 de setembro de 2009
Descoberta pode explicar origens de meteoritos e Sistema Solar.

Um raro meteorito que pode ter nascido em local próximo à Terra foi encontrado por um novo observatório australiano e poderia trazer novas pistas sobre as origens de alguns meteoritos em diferentes partes da nossa galáxia. Segundo os cientistas, a descoberta deste corpo cósmico pode ajudar os especialistas a compreenderem a formação do Sistema Solar. As informações são do site New Scientist.
"Tentar interpretar o que aconteceu no início do Sistema Solar sem saber de onde surgiram os meteoritos é como tentar analisar a geologia da Grã-Bretanha a partir de rochas encontradas no próprio jardim", disse Phil Bland, do Imperial College de Londres.
A equipe de Bland deu início à pesquisa no deserto da Austrália em 2006, constituindo uma rede experimental com quatro câmeras robóticas, distribuídas por cerca de 250 mil km², com tecnologia que expõe a película fotográfica a céu claro durante a noite. Se as câmeras conseguem registrar um meteoro brilhante, ou uma bola de fogo, caindo através da atmosfera da Terra, os cientistas podem calcular sua trajetória por triangulação, determinando o destino provável do corpo cósmico para então tentar localizá-lo.
Pequeno parentesco
A primeira observação de uma bola de fogo foi realizada em 20 de julho de 2007 com o corpo cósmico batizado de "Bunburra Rockhole". Entre 2008 e 2009, grupos de busca encontraram três fragmentos deste meteorito. Basicamente as rochas espaciais são feitas de basalto, um tipo mais comum de lava solidificada na Terra.
Os cientistas acreditam que os meteoritos basálticos sejam pedaços vindos de um asteroide gigante chamado Vesta. Este asteroide é tão grande - cerca de 530 km de diâmetro - que a gravidade em seu interior fazem seus componentes materiais se estabelecerem em diferentes camadas, formando novas rochas espaciais.
Rocha derretida
Cálculos orbitais sugerem que o asteroide pai, o Vesta, orbitava o Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter até que uma colisão desprendeu o "Bunburra Rockhole" há 20 milhões de anos.
Os cientistas pensam que este tipo de asteroide represente parte do material que se agrupou à composição da Terra no início de sua formação. "A questão é: quais foram as rochas que contribuíram para a construção dos planetas? O 'Bunburra Rockhole' nos deixa um pouco mais perto desse conhecimento", conclui Phil Bland.
Fonte:Portal Terra
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Agência europeia divulga imagem panorâmica da Via-Láctea.

A Organização Europeia para Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira (14) um panorama do céu obtido pelo projeto GigaGalaxy Zoom , por meio de observatórios no Chile, especialmente La Silla e Paranal (“os mais produtivos do mundo”, afirma a ESO).
A imagem, de 360°, cobre toda a esfera celeste.
A foto é resultado de parceria entre a ESO, o ‘astrofotógrafo’ francês Serge Brunier e seu colega Frederic Tapissier. Brunier gastou semanas captando imagens, entre agosto de 2008 e fevereiro de 2009.
Durante uma semana o trabalho foi deslocado para La Palma, uma das ilhas Canárias. A imagem resultante é composta por mais de 300 campos, cada um fotografado por Brunier quatro vezes.
O total de imagens usadas na composição é de aproximadamente 1.200.
Fonte: G1
terça-feira, 28 de julho de 2009
Orçamento "extrapolado" pode atrasar robô que viajará a Marte.
O Laboratório de Ciências de Marte (MSL, na sigla em inglês), um robô de exploração aperfeiçoado da Nasa, agência espacial americana, que pesa 1 t e tem previsão de lançamento para 2011, precisa de ainda mais dinheiro. O mais recente estouro de orçamento pode pela primeira vez atrasar outras missões da divisão de ciências planetárias da agência, que anda carente de dinheiro.
Os gastos com o robô já alcançam US$ 2,286 bilhões - 40% a mais do que a estimativa oficial de US$ 1,63 bilhão em 2006. Mas mesmo isso não é o suficiente. Em um "relatório de extrapolação" a ser entregue ao Congresso americano no final de julho, a Nasa dirá que a problemática missão, agora também chamada de Curiosity (curiosidade), precisa de US$ 15 milhões a US$ 115 milhões a mais do que a estimativa de US$ 2,286 bilhões.
A NASA até agora evitou atrasos e cancelamentos de outras missões atacando os fundos de desenvolvimento de tecnologia do programa para Marte. Mas oficiais agora estudam atrasos em duas missões planejadas à Lua. "O tempo para decisões difíceis é este", disse o chefe de ciências da Nasa, Ed Weiler. Ele deu a notícia a cientistas planetários em um encontro do comitê consultivo no dia 9 de julho, na sede da Nasa em Washington, D.C., ao lado de Jim Green, diretor da divisão de ciências planetárias, e do chefe do programa de Marte Doug McCuistion.
Além disso, explica McCuistion, um novo problema foi recentemente descoberto: alguns dos instrumentos mais importantes - o conjunto de instrumentos para Coleta de Amostras em Marte - vão exigir o dobro da energia esperada, o que significa que o robô vai precisar carregar baterias maiores.
McCuistion afirma que não terá certeza do valor dessas últimas necessidades do robô antes de novembro, quando uma estimativa de custos independente for finalizada. Se os custos adicionais ficarem em torno dos US$ 15 milhões, McCuistion e Green acreditam que poderão manter a agonia restrita ao programa de Marte, cortando dinheiro de missões futuras a Marte em 2016, 2018 e 2020.
Mas se os custos extras tenderem mais para os US$ 155 milhões, a agência talvez precise atrasar o Explorador de Ambiente de Poeira e Atmosfera Lunar, um pequeno satélite com lançamento previsto para 2012, e a Rede Lunar Internacional, um sistema de estações robóticas de pesquisa lunar.
A agência também pode atrasar os trabalhos com o Novas Fronteiras, um programa de US$ 870 milhões que planeja missões para muitos locais do Sistema Solar e que há pouco abriu para propostas de concorrência. "Onde isso vai acabar?", pergunta Clive Neal, cientista planetário da Universidade de Notre Dame em Indiana e chefe do Grupo de Análise de Exploração Lunar da NASA. "Tudo está sendo prejudicado por causa de uma missão. Não estou nem um pouco satisfeito."
No Laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, Califórnia, o gerente de projeto Richard Cook foi substituído por Peter Theisinger, o antigo gerente de projeto para os robôs marcianos Spirit e Opportunity. McCuistion diz que vai ordenar em 2010 uma investigação independente sobre as "lições aprendidas".
Até lá, talvez a extensão dos danos nos planos de longo prazo da Nasa seja revelada. Weiler afirma que aparentemente a agência não conseguirá arcar com o lançamento de uma importante missão para a lua Europa, de Júpiter, prevista para 2020. Com o orçamento de tecnologia para Marte dizimado, uma missão de Retorno de Amostras de Marte sofrerá ainda mais atrasos. Tal missão, que custaria entre US$ 6 bilhões e US$ 8 bilhões, provavelmente não começaria antes de 2024, afirma Weiler.
Fonte: Portal Terra

































